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09 junho, 2013

Os Mitos do Amor são mesmo verdade?


A escritora Margarida Rebelo Pinto e a terapeuta Celina Coelho de Almeida explicam-nos tudo: afinal, os opostos atraem-se mesmo? Devemos dizer ‘amo-te’ muitas vezes? E a alma gémea, existe?


- Os opostos atraem-se?
Celina Coelho de Almeida, terapeuta de casal e directora da clínica ‘Insight'
Não. Isso pode funcionar na física, mas não no amor. Verifico na minha experiência de terapeuta que o que vai separando as pessoas e causando conflitos nas relações é aquilo que os afasta. Quando questionados sobre o que os levou a ficar um com o outro, o que os une é o mesmo modo de olhar para a vida. Paixonetas há muitas, mas é isto que transforma duas pessoas num casal. É óbvio que às vezes falamos dos opostos que se atraem porque estamos a pensar em pequenas coisas, um gosta de rock o outro de valsa, mas não é isso que une as pessoas. Essa coisa de termos de gostar da mesma música não faz sentido nenhum.
Margarida Rebelo Pinto, escritora
Eu sou mais pelas afinidades. O amor é altamente egoista e o efeito espelho funciona muito mais. Imagine aquelas conversas, ‘Ai eu quando era pequenina tive febre reumática, dava dores horríveis', ‘Ah é, eu tenho dores de ouvidos, também doem imenso', ‘Ai que giro, eu também tenho dores de ouvidos'. O problema é que o espelho funciona para o bem e para o mal: vemos no outro tudo o que nós temos de fantástico, mas também o nosso lado negro, e não gostamos. Por isso é que fugimos tantas vezes da nossa alma gémea. Não acredito nada na atracção dos opostos: acho que as pessoas têm de ser do mesmo género, têm de gostar das mesmas coisas, tem que gostar os dois de ir andar de patins de manhã e a uma exposição ao fim da tarde, têm de ir para a cama à mesma hora e acordar à mesma hora. Acredito é na complementaridade. Uma mulher baixa puxa um homem alto, uma mulher extrovertida puxa um homem calado, uma mulher speedada puxa um homem calmo. Não se chocam, equilibram-se.

- O romantismo está fora de moda?
Celina - Depende. Se pensarmos no romantismo como o apaixonado que se volta completamente para a sua amada anulando-se, as coisas já não funcionam assim. As pessoas hoje estão mais voltadas para elas próprias e só depois vem o outro. Agora, o oferecer flores e bombons, continua-se a ver, e isso transforma-se numa linguagem do próprio casal.
Margarida - Não, não está. Há sempre maneira de o expressarmos, com mensagens, bilhetinhos, presentinhos, formas de mostrar à outra pessoa que ela é importante para mim. Se as pessoas não o fazem, deviam disciplinar-se para o fazer na relação, porque uma relação é um investimento: se queremos que resulte, temos de investir nela tempo e amor, e não esperar que funcione de geração espontânea.

- Os homens são todos iguais?
Celina - Claro que não. Isso era a mesma coisa que vir um extraterrestre e achar-nos a nós humanos todos iguais. Mas claro que há coisas que os unem, até porque existe uma base social. Ainda existe uma cultura masculina, mas as culpadas são as mães. Antigamente, e em algusn casos ainda hoje, as diferenças em casa eram bastante grandes consoante se era rapaz ou rapariga. Os homens normalmente são mais racionais e as mulheres mais emotivas.
Margarida - Não são: há quatro tipos de homem. o sacana profundamente atraente, o doméstico profundamente chato, o sacana que finge que é boa pessoa, e o que não tem a mania de nada, que é o melhor de todos - combina o lado bom de um homem estável com o lado imaginativo e descontraído do malandro. E não, não está sempre casado. Temos é de o encontrar na idade certa: aos 30. Não se pode levar a sério um homem antes dos 30. Até aos 25 sofrem o primeiro desgosto de amor. Entre os 25 e os 30 percebem o grande poder que têm  e ficam entre tornar-se um homem normal ou um filho da puta, e aos 30 escolhem. E ainda há o eterno indeciso, o gajo mais chato do mundo, que não coisa nem sai de cima. É o menino da mamã que nunca cortou o cordão umbilical e quer casar com uma rapariga igual à mãe, mas depois quando ela aparece, fica tão apavorado que não casa. Está sempre à espera que a vida o leve, não toma decisões, mas como diz o José Eduardo Agualusa, ‘um homem que se encosta às suas circunstâncias, pode cair'.

- Os homens têm dificuldade em expressar emoções?
Celina - Pela maneira como somos educados, é mais permitido às meninas chorarem, procurarem colo, manifestarem-se. E quando crescem, isto permanece. As mulheres podem chorar e queixar-se, os homens são mais reprimidos. E mesmo as mulheres entre elas são mais confidentes e acabam por ter uma relação mais intensa com as amigas do que os homens entre eles. Também por isso as mulheres se zangam mais facilmente. É impensável os homens irem para a casa de banho conversar, por exemplo. Uma amiga minha vai ter três gémeos, um menino e duas meninas, e o pai comentou: ‘Havia de ser ao contrário, seriam os dois meninos a proteger a menina'... a ideia é sempre que o macho protege. Quando há um irmão e uma irmã, é suposto que o menino defenda a menina.
Margarida - Os homens não se exprimem como nós, e as mulheres têm de ser mais seguras e não tão dependentes do que eles dizem. Um homem que nunca me disse ‘Amo-te' mas vai comigo para o Aki e põe-me calhas nos fios e ajuda-me a montar o computador, está a dizer ‘amo-te' à maneira dele. Mais vale um bricoleur dedicado do que pares de patins alternados com ramos de flores.

- Deve-se dizer 'amo-te' muitas vezes?
Celina - Deve-se dizer coisas agradáveis ao outro muitas vezes. Amo-te ou outra coisa qualquer. Claro que se estiver sempre a dizer ‘amo-te', até pode enjoar o outro. Mas se o meu parceiro me elogiar por alguma coisa que eu perceba que é sincera, isso é óptimo. Mas as pessoas têm imensa dificuldade em elogiar os outros, seja o parceiro ou os filhos. As queixas trazem-nas todas na ponta da língua. Agora, dizer coisas agradáveis, mostrar que se está atenta, dizer: ‘eu percebi que fazer aquilo foi um sacrifício para ti', isso é raro, e muito benéfico. As pessoas vivem em modo egocêntrico. Criticam o outro porque as incomoda, mas não são capaz de estar atentas àquilo que ele faz bem. Há muita falta de empatia.
Margarida - De forma nenhuma, porque as palavras gastam-se. Aliás, quanto mais vezes um homem diz ‘amo-te', menos o devemos levar a sério. Quem ama verdadeiramente, mostra que ama, não diz. Se ele passa o tempo a dizer ‘amo-te', das duas uma: ou não é de fiar, ou é tão  obcecado por ti que vais acabar por lhe dar um estalo. Dizer ‘amo-te' aí umas duas vezes por semana é o suficiente.

- O amor é o suficiente para uma relação resultar?
Celina - Resultar como? Se for para ficarem juntos para sempre, não interessa nada o amor. Para uma relação a sério, sem dúvida que tem de haver amor, mas o amor tem várias fases: não é igual desde o princípio. E claro que não é o suficiente. O amor é o pilar da casa, mas se não tivermos umas janelas e umas portas, aquilo não é habitável. Tem de haver comunicação e partilha acima de tudo.
Margarida - Não. Pelo contrário. O amor assusta. Muitas vezes atrapalha, eles ficam cheios de medo, sentem-se vulneráveis. O essencial é riso e entendimento, e não haver máscaras.

- Existe a alma gémea?
Celina - É como na criatividade: 1% de inspiração, 99%de suor. A nossa alma gémea é aquela que é compatível connosco e que aparece num momento em que temos particular abertura. Claro que há umas mais compatíveis do que outras, mas temos mais do que uma alma gémea, sem dúvida nenhuma. Depois, manter uma relação dá trabalho. Uma das grandes queixas é que o outro deixou de nos dar atenção, que nos toma como garantida a partir do momento em que existe uma relação. Uma relação tem de ser trabalhada e reflectida todos os dias.
Margarida - Existe. Existe mas dá um trabalhão a encontrar, a cativar e a manter. Ao princípio, o choque e a alegria são tão grandes que as pessoas ficam cheias de medo, as duas. O mais comum é fugirmos da nossa alma gémea, por puro medo. Portanto, os homens raramente escolhem ficar com a alma gémea. A relação com a alma gémea mostra-te tal qual como és, e ninguém quer ver isso. A alma gémea não é aquilo que nós queremos, mas aquilo que nós somos. E sim, só há uma. Mas não é suposto ficares com a alma gémea, é suposto ficares com alguém com quem te dês muito bem, que tefaz feliz e que te complementa. Imagina que a tua alma gémea está na apanha do arroz no Afeganistão e tem 1m14? Que é que fazes? O meu lema é: pára de procurar o Mr. Right, começa a procurar o Mr. Right Now. Não podemos perder a vida à procura de uma coisa que nem sequer sabemos se existe.

-A conversa resolve tudo?
Celina - Quase tudo. Aliás, o próprio processo terapêutico é à base de conversa. Actualmente, conversa-se muito pouco, o que resulta em pouca cumplicidade. E depois, há um dia em que o outro está chateado, mas por falta de comunicação eu já nem percebo porquê. Começa a falhar ali muita coisa. As nossas mães sabiam intuitivamente o que se passava connosco, mas o nosso parceiro não é nossa mãe... Numa relação, isso tem de ser criado, e cria-se através da conversa. Não temos tempo para conversar? Acho isso, as mais das vezes, uma desculpa. Temos tempo para o que quisermos. É uma questão de escolha.
Margarida - Não. Há coisas que não devem ser faladas, que não devem ser contadas, que devem ficar por dizer. Nada de falar de antigos namorados, nada de comparar tamanhos e performances, isso é tudo proibido. O homem que está connosco é sempre o melhor do mundo, e temos de o convencer disso.

- O mistério é importante?
Celina: Pode abrir o apetite numa fase inicial, embora haja relações que não funcionam por aí. Quando já se está numa relação, o mistério não ajuda nada.
Margarida: Claro que sim. Sempre. Mas o mistério não é a mentira.

Devemos viver para o outro?
Celina: Claro que não. Numa relação, tem de haver espaço para o casal e espaço para o indivídual. Não se pode ser um parceir invasivo porque isso se torna tóxico, como aquelas mães que abafam as crianças e as impedem de crescer. Não podemos ser parceiros tóxicos, mas eles existem. Há pessoas que acham que, a partir do momento em que se casam, o objectivo é fazerem tudo em comum. E isto provoca desgastes muito grandes na relação.
Margarida: Claro que não. Uma mulher tem de ter uma existência própria, separada da dele. Não há nada menos sexy do que uma mulher que está em casa à espera do homem. O que é sexy é uma mulher em movimento, que ele tem de se esforçar para apanhar. Eles também não gostam de cenas, choros, lágrimas, para isso já basta a crise. A heroina chorona está tão out como o tabaco. Eles gostam é de mulheres bem-dispostas, que os façam rir, gostam de mulheres com personalidade e que saibam aquilo que querem.

- O homem deve tomar a iniciativa?
Celina: Há uns anos atrás, isto fazia sentido porque as relações entre homens e mulheres estavam muito desniveladas. Ambos tinham papéis claramente diferentes e codificados. Hoje em dia, já não faz muito sentido. E há muitas relações que já não funcionam assim.
Margarida: Não. As mulheres é que escolhem os homens, e depois põem-se a jeito. Se elas fogem, é para eles correrem atrás. É verdade que eles hoje em dia lutam pouco por elas, estão mais acomodados, mas acredito que, quando gostam mesmo, ainda lutam.

- Devemos esperar pelo Príncipe Encantado?
Celina: Não. As mulheres idealizam coisas que não correspondem à realidade. Claro que há sempre uma tendência para idealizar a pessoa por quem estamos apaixonadas. O problema é não aguentar o impacto quando caímos na realidade. Isso tem a ver com os nossos recursos internos para lidar com essas situações. Esse impacto nós vamos ter sempre, porque não há uma maneira de ver para lá da paixão, que nos cega sempre. Mas quando passamos deste estado para outro, o impacto vai ser maior ou menor consoante os recursos internos que temos para lidar com a situação. Isso dependerá das relações que já tivemos, com quem tratava de nós na infância, etc.
Margarida: Às vezes. Temos que dar um prazo. Se ao fim de dois ou três anos, ele não volta, é porque não é ele. Ou fica sempre em cima do cavalo e nunca desce para vir viver contigo, e tu achas que ele é lindo porque ele está lá muito em cima e tu não lhe vês a barriga nem a careca, ou vive contigo mas faz um dia uma asneira tão grande que nunca mais se levanta. O Príncipe Encantado é um veneno que nos meteram na sopa quando eramos pequeninas. E isso continua a dar cabo da vida de muitas mulheres. O que interessa é o que se passa hoje, aqui e agora, e o homem que está ao teu lado neste momento. Mas temos que ser exigentes sim, o homem que está ao nosso lado tem de ser o máximo. Ou então, não vale a pena. Mas não tem de ser alto, louro, espadaúdo e de olho azul. Temos de lhes dar tempo para se revelarem. O homem que te interessa é o que leva o carro à inspecção, o que vai contigo ao hospital às 3 da manhã, o que leva ao cão ao veterinário se ele for atropelado, o que se dá bem com as tuas amigas. É o que se encaixa na tua vida e tu na dele. O Príncipe Encantado é aquele para quem tu és a Princesa Encantada.

- Só conseguimos ser felizes com outra pessoa?
Celina: Só conseguimos ser felizes com outras pessoas. Dentro desse leque, está a relação com um par afectivo. Mas há relações em que as pessoas estariam mais felizes se não as tivessem, ou se as tivessem com outra pessoa. Claro que o ideal seria termos tudo: pais, parceiros, filhos, amigos. E claro que há coisas que só podemos ter com uma pessoa em particular. Não posso ter a mesma relação com um namorado que tenho com um amigo. Mas se não tivermos marido ou namorado, há outras relações na nossa vida que nos podem dar a afectividade que nos falta: normalmente, as pessoas sem parceiro investem mais nas suas relações de amizade. Ou seja, temos de encontrar o nosso equilíbrio interno. Nada depende das relações que temos, tudo depende da nossa postura em relação a elas.
Margartida: Eu acho que sim. Sem dúvida. Lamento mas essa coisa das mulheres sozinhas e independentes, é uma grande tanga. A necessidade de uma relação está nas nossas entranhas, está no nosso ADN, vem das mães, das avós, das trisavós, somos guiadas e inspiradas pela continuidade, e não vale a pena negar. Claro que uma mulher muito independente, muito inteligente, que chega aos 60 e não encontrou a pessoa certa, pode viver muito feliz com a sua vida, mas não aos 30 nem aos 40. E as que dizem que são, apaixonam-se de caixão à cova de um dia para o outro.



O sexo é o mais importante?
"Depende das pessoas. O que as mulheres têm de perceber é que isso é mesmo importante para os homens. Não devem pensar que os homens se estão a servir delas. A atitude deve ser o oposto: eu sou a tua boneca, e quanto mais brincares comigo, menos vais brincar com as outras. O sexo ainda é um dos grandes poderes das mulheres, e elas ainda não perceberam que podem usar isso a seu favor." Margarida Rebelo Pinto


- Devemos fazer as pazes antes de ir para a cama?
"Soa a bom conselho, mas depende das pessoas. Há quem precise de mais tempo para resolver as coisas e outras que mais facilmente recuperam. Não podemos impor ao outro essa rigidez de nunca ir para a cama zangados, porque isso pode ser altamente invasivo para o outro.O que é importante é fazer as pazes, nem que seja passado uma semana. Imprescindível é não deixar pontas por atar, coisas por resolver, ressentimentos soltos." Celina Coelho de Almeida


07 junho, 2013

O órgão vomeronasal e a atração sexual


Estudos têm demonstrado que a maior parte das espécies de vertebrados tem um órgão situado na cavidade nasal denominado órgão vomeronasal (OVN). A finalidade do OVN parece ser exclusivamente a de detectar sinais químicos – os ferormônios - envolvidos no comportamento sexual e de marcação de território. Os ferormônios distinguem-se dos hormônios, porque estes são liberados internamente e exercem influência sobre o metabolismo do indivíduo, enquanto que os ferormônios são liberados externamente, com atividade sobre indivíduos da mesma espécie.
Quanto à estrutura química dos ferormônios sexuais, verifica-se a existência de composição muito diversificada, variando a sua natureza com as diferentes espécies. Já foram identificados sob as formas de derivados de ácidos graxos ou terpenos, álcoois, acetatos, hidrocarbonetos (freqüentemente insaturados, com uma ou duas ligações duplas), substâncias aromáticas com grupos funcionais diversos, etc. A maioria deles é constituída por moléculas simples e de peso molecular relativamente baixo.
O OVN humano consiste de duas pequenas bolsas de 2 mm de profundidade, cerca de 1 cm a partir das narinas, abrindo-se em pequenas cavidades ocas com pequenos orifícios em seus   centros, de cerca de 0,1 mm de distância. Só para comparação: o OVN do elefante tem 20-25 cm de comprimento! 
Qual é o segredo da atração? Filósofos, biólogos, sexólogos, antropologistas e outros têm debatido bastante esta questão. Dependendo do ponto de vista, existem muitas respostas, mas nenhuma é única. Uma das mais antigas atrações é provocada pelo cheiro. Tanto os humanos quanto os animais exalam quantidades sutis de ferormônio, detectável (inconscientemente por humanos) pelo sexo oposto, o qual desencadeia uma resposta específica em um parceiro potencial. Dessa forma, para alguns, o amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais embaixo, no nariz. "Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo". Nos homens e mulheres, este odor é liberado através das glândulas apócrinas, localizadas nas axilas, ao redor dos mamilos e na virilha. (estes odores não são desagradáveis como o suor). As secreções apócrinas começam na puberdade com o desenvolvimento sexual e são diferentes entre os dois sexos.
Quando o anatomista Dr. David Berliner estava pesquisando a composição da pele humana, observou que, quando deixava abertos frascos contendo extratos de pele, os sentimentos dele e das pessoas à sua volta pareciam mudar -  tornavam-se mais cálidos e amistosos. Esses sentimentos diminuíam se os frascos eram tampados. Essas descobertas levaram-no a investigar o potencial que as diferentes substâncias têm para estimular o órgão do "sexto sentido", o OVN, e a pesquisar o uso de ferormônios como perfumes, de modo a dar à natureza uma "mãozinha" no campo dos romances.
Durante o último encontro anual da Sociedade Britânica de Psicologia, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Northumbria, em Newcastle-upon-Tyne, anunciou o resultado de um estudo sobre a influência dos ferormônios na capacidade de atração sexual. O estudo baseou-se na projeção de fotografias de homens para diferentes grupos de mulheres, que avaliavam cada um segundo seu sex-appeal. A classificação "atraente" era mais freqüente quando os cientistas borrifavam o ambiente com ferormônios. Segundo Nick Neave, chefe da pesquisa, os mais beneficiados pelo efeito afrodisíaco do suor foram os homens de aparência mais comum.
Amor ao "primeiro cheiro"
Um tradicional exemplo do estreito vínculo entre olfato e desejo é a síndrome de Kalman, um quadro genético de alteração hormonal que prejudica a puberdade e que está acompanhado por uma ausência congênita do olfato. Com a ajuda de tratamento, esses pacientes chegam a ter níveis normais de hormônios, mas não recuperam o olfato e isso têm efeitos diretos em sua vida afetiva. "No consultório atendo pacientes com problemas de olfato, todos com dificuldades no plano sexual. Uma paciente me disse que desde que perdera o olfato não tinha vontade de tre relações sexuais com o marido", conta o médico García Medina.
Alternativa para problemas sexuais?
O laboratório canadense Pheromone Sciences Corp. isolou e caracterizou os diversos ferormônios extraídos do suor. Uma primeira pesquisa revelou que o composto pode estimular a libido em homens e mulheres. Os pesquisadores esperam que, em um futuro não muito distante, esse derivado de ferormônios possa servir como tratamento efetivo e seguro para determinadas disfunções sexuais. Inclusive como complemento de remédios como o Viagra.
"Alguns derivados dos ferormônios já são usados para casos de frigidez feminina e ajudam na primeira etapa da sexualidade, que é o desejo", afirma García Medina. "Isso pode ter um grande potencial em outros tipos de disfunções sexuais, mas ao mesmo tempo, reacende questões éticas: É lícito interferir dessa forma no comportamento de uma pessoa?"

05 junho, 2013

Espanholas são as mais paqueradoras do mundo, diz pesquisa


Elas são duas vezes mais propensas a abordar homens do que brasileiras
16/11/2010 |As espanholas são as "mais paqueradoras" do mundo, segundo pesquisa global de paquera on-line, que descobriu que as mulheres da Espanha são as mais propensas a iniciar contato online com homens — ou seja, tomar a iniciativa. 

A pesquisa do "comportamento de paquera" em todo o mundo analisou 90 milhões de contatos durante um mês no site Badoo (http://www.badoo.com), rede social de paquera, com 80 milhões de usuários registrados em mais de 240 países. 

Após a Espanha, que ficou em 1º lugar, a Alemanha ficou em 12º lugar, Reino Unido em 14º; França em 17º e Estados Unidos em penúltimo. O Brasil ficou em sexto lugar.

04 junho, 2013

Jornalista revela o esquema de paquera entre meninas



Será que ela é? 

O jogo da paquera e da sedução corporal no  dia-a-dia das meninas lésbicas
O flerte em locais públicos pode ser comum para os heterossexuais. Para os homossexuais, que correm o risco de jogar um xaveco em quem não seja do "babado", é um pouco mais complicado. Numa pesquisa informal com algumas meninas, todas as garotas disseram que a troca de olhares é fundamental como primeiro passo de uma futura conversa. No ônibus, na faculdade, na padaria, na rua, ou seja, todos os lugares que não são destinados apenas ao público LGBT, também podem ser ambientes para conhecer um "affair". Desde que os olhares sejam identificados.

Além do olho-no-olho, para as meninas lésbicas também é fundamental o chamado gaydar (radar gay) que garante a identificação de homossexuais. Foi com esse "sexto sentido" que a estudante de moda Izabella Starling, de 22 anos, identificou uma pretendente em um ônibus. "Sentei ao lado dela e puxei um assunto bobo, tipo: 

- Tá quente hoje né?, na medida em que conversamos descobrimos amigos em comuns e trocamos endereço de orkut. Um tempo depois nos encontramos e ficamos", conta Izabela.

Para a estudante de moda, algo que também é essencial para não dar nenhum fora é ficar atenta ao visual estereotipado. "Dá pra sacar em alguma frase típica na camiseta, botton ou patch (tecido bordado aplicado na roupa depois de pronta). Mas é claro que enganos ocorrem", afirma Izabella. Outro destaque que ela brinca é a atenção as mãos, que são analisadas de acordo com o tamanho da unha. "Apesar disso, nunca se sabe, pois a garota pode estar solteira ou cultivar unhas grandes sem prejudicar a hora H."

Com a cabeleireira Thais Regina, 23 anos, o flerte já rolou até no salão onde trabalhava. Sem ter certeza se a cliente era do babado, começou a puxar assunto e no final as duas ficaram tão amigas que nada aconteceu, mas o gaydar não falhou. Thais conta que quando está a fim olha fixamente e, se a garota retribui, ela chega junto, como uma vez em um sebo. "A garota correspondia meus olhares e estava com um livro da Simone de Beauvoir na mão. Fui conversar sobre a escritora e a chamei para tomar uma cerveja. Uma hora depois, conversa vai, conversa vem, nos beijamos", diz Thais.

Ainda assim, a cabeleireira lembra que nem sempre são beijos no final. "Em um ônibus, rumo à rua Augusta, sentei ao lado de uma garota com o uniforme da Chilli Beans e perguntei em qual filial ela trabalhava. Estávamos indo para baladas diferentes, então, trocamos telefones, mas nunca houve retorno", conta Thais aos risos. Para ela, quando quer flertar com uma garota, o gaydar é essencial, mas entre o sim e o não, prefere reparar em como a garota olha para outras meninas. Outra técnica da cabeleireira para conversar é pedir um isqueiro.

Já Isabella Rocha, 23 anos, estudante de Direito, prefere não abordar em locais públicos. "Se a pessoa não for gay ou assumida, a intolerância está em cada esquina. Prefiro evitar essa situação chata", esclarece. Mesmo assim, ela diz que essa é uma opção pessoal, que já foi abordada com olhares, e retribuiu. "São certas expressões que simplesmente mostram interesse", afirma Isabella. Quanto à linguagem corporal, a estudante acredita que não só na hora da paquera, mas em diversas situações, certas atitudes dispensam palavras.

Para o psicólogo Ricardo Ubiratan, aprender ou estudar os sinais não-verbais ajuda, mas não garante o sucesso no flerte. "A sedução trata de um comportamento instintivo, sendo assim, simplesmente sentimos e respondemos ao que as nossas percepções, experiências, desejos e necessidades nos direcionam", enfatiza.

No geral, o que as entrevistadas revelaram foi que não existe um flerte dyke específico, e sim, atitudes de paquera da própria mulher que indicam o sinal verde. Claro que o olhar é diferenciado quando se quer algo a mais, mas, além disso, estudos sobre a linguagem corporal são unânimes sobre tipos de sorriso e expressões corporais. Então, é só ficar atenta.

Matéria publicada originalmente na edição #14 da revista A Capa - julho 2008

03 junho, 2013

Transforme seu paquera em namorado




Saiba como agir para que o seu gato deseje loucamente que você seja dele - e só dele!

por Daniela Folloni
Conteúdo do site NOVA

A premissa para encontrar um namorado nota mil é estar bem consigo mesma
Foto: Getty Images

Os anos passam e você ainda não conseguiu realizar o desejo de ter um amor pra chamar de seu? Qual é o drama? Seus ficantes não se decidem? Faltam homens interessantes na praça? Ou precisa turbinar suas táticas de conquista? 

Conheça os segredos das mulheres que estão sempre namorando, os conselhos dos psicólogos e, claro, a opinião dos homens sobre mulheres incríveis! 


Tome chá de autoconfiança 

O ponto de partida é uma reunião bem íntima. Vamos ter uma conversa de mulher para mulher. É o momento de fazer uma auto-avaliação e saber se está se amando o suficiente para poder ser amada ou virou a encarnação da coitadinha-que-ninguém-quer. 

Para isso, pense em como vem levando a vida sem namorado. Cuida bem de si mesma física e emocionalmente? Se acha uma mulher interessante? Tem amigas? Consegue sair para se divertir ou precisa estar acompanhada de um homem, não importando se ele só serve de figuração? 

Faça uma lista de tudo o que tem feito por você - de cursos a amizades, de viagens a novos projetos no trabalho -, pois a premissa para encontrar um namorado (nota mil, que fique claro!) é estar feliz consigo mesma. ''O desenvolvimento pessoal eleva a auto-estima'', diz a psicoterapeuta Teresa Bonumá. ''A mulher que se gosta dificilmente não encontra a cara-metade. E mais: ela se sente merecedora de um companheiro à sua altura'', completa. 

A publicitária Fernanda Oliveira, de 29 anos, sabe o que é isso: ''Só namorava caras que eram pouco para mim, mas eu insistia e a relação não durava mais que dois meses. No fundo, me achava pouco para alguém especial me querer. Com a auto-estima no pé, me inscrevi num curso de teatro, aluguei casa na praia, comecei a fazer pilates. Até esqueci que queria tanto namorar. Aí, o João apareceu e estamos juntos há um ano''. 

Fernanda tocou num ponto essencial: se você curtir a vida de solteira que leva, ficará menos vulnerável a uma armadilha perigosa, a de transformar a busca pelo namorado em idéia fixa. Não sairá desesperada à caça de qualquer espécime do sexo masculino disponível e estará cada vez mais perto de encontrar seu par. Saiba que os homens valorizam garotas autoconfiantes. ''Gosto da Lu porque ela tem atitude'', declara-se Maurício Salles, de 27 anos, engenheiro. ''Bota fé no próprio taco, se garante, e isso é ótimo. Não suportaria viver ao lado de uma mulher insegura, que tivesse medo de me perder.'' 


Lembre-se: há homem além da balada 

Onde está buscando o gato dos seus sonhos? Será que é só na noite? Ok, nada a impede de conhecer o seu maravilhoso numa boate. Mas não é novidade nenhuma que boa parte dos homens põe os pés lá querendo azaração, diversão do tipo fast food. Ou porque não estão a fim de compromisso ou porque não esperam encontrar uma princesa para namorar num agito noturno. 

''A mulherada está atacando na balada'', comenta Márcio Santos, de 28 anos, comerciante. ''Então, fico com o pé atrás nas danceterias. Não por acaso conheci as duas garotas que namorei por outros meios: uma é irmã de um amigo e a outra, amiga de uma conhecida minha.'' 

Para neutralizar más impressões como a de Márcio, Luciana Galucci, de 24 anos, age assim: ''Converso a noite inteira, mas nada de beijo na boca. Prefiro esperar que ele ligue... Deixo claro que não sou menininha de balada''. A tática parece funcionar, afinal ela namora há um ano e 11 meses e não fica sem par desde os 16. 

Se você já se pegou mais de uma vez na semana dizendo ''É hoje que arrumo um namorado'', iniba esse mantra. Vá ao barzinho ou à danceteria com a expectativa principal de se divertir na companhia dos amigos, e não de cruzar o príncipe encantado. Também amplie suas opções de entretenimento. Quem sabe não encontra seu Rodrigo Santoro na locadora, enquanto escolhe um DVD? Vale ligar o radar na escola de espanhol, na praia, na academia e, por que não, analisar com mais atenção a sua roda de amigos. 

Foi o que fez a produtora de moda Patrícia Leme, de 26 anos. ''Queria muito namorar e os meus ficantes nas raves não me levavam a sério. Até que, seis meses atrás, dei uma chance ao meu amigo. O homem da minha vida estava mais próximo do que eu imaginava.'' 


Garanta o day after no primeiro encontro 

Assim que conhecer seu candidato a namorado firme e combinarem algum programa só os dois, procure causar aquele efeito ''olhou, gamou'' de três formas, com base em teorias clássicas sobre a mente masculina: 

- Deixe-o na vontade 
A gente sabe que você não quer um namorado com a mentalidade machista: ''Moça que vai para a cama logo no primeiro encontro não é para namorar''. Sabe também que você tem todo o direito de se divertir com o corpão dele. Mesmo assim, prefira não transar na primeira noite. Olha o que diz a pesquisa ''Que garota você prefere namorar?'', feita com 1297 leitores da revista Playboy: 46,15% optam pela que transa depois de alguns encontros; 31,09% pela que só topa fazer sexo depois que o namoro é oficializado; e apenas 22,76% pela que vai para a cama no primeiro encontro. Explica-se. ''O raciocínio deles é: ‘Agiu dessa forma comigo, fará o mesmo com outros’'', diz o sexólogo Marcos Ribeiro. O homem quer acreditar que é o único. Então, por garantia, dê uns beijos que façam o bonitão perder o rumo e se segure. 

- Dê o seu telefone a ele 
E livre-se do martírio do ''ligo ou não ligo''. Coloque na cabeça: se ele achou você o máximo e ficar com saudade, vai telefonar. Segundo Ulisses Tavares, autor de O Guia do Homem (Geração Editorial), quando um rapaz realmente gosta de uma garota, corre atrás. É isso o que diferencia os encontros sem compromisso de uma intenção de namoro. Então, segure a ansiedade por uma semana. Depois, reze -ou esqueça. Pelo jeito, o cara não está a fim. 

- Seja autêntica 
Mostre que é uma mulher de verdade, com defeitos e qualidades, não uma bonequinha programada à beira da perfeição (já percebeu que muitas garotas certinhas demais vivem sozinhas?). O pulo-da-gata é curtir o primeiro encontro de uma forma descontraída, sem se preocupar apenas em impressionar. Deu um fora? Assuma, ria de si mesma. E se perceber que ele é o cara mande seu recado: diga que gostaria de reencontrá-lo. ''Falo o que sinto e não tenho medo de tomar um fora'', assume Paula Finotti, de 26 anos, que já perdeu a conta de quantos namorados teve e está com o atual há dois anos e meio. ''Faço o que meu coração manda.''

Passo a passo para arrumar namorado
Aprenda o que fazer para que eles queiram algo mais sério com você (e escolha o gato da vez!)

Seja uma zagueira cheia de malícia 

Ele ligou no dia seguinte e vocês vêm se encontrando algumas vezes. Maravilha. Vale a pena agora, enquanto o gato ainda é um ficante, saber jogar na defesa de vez em quando, deixando o ataque por conta dele. Sabe por quê? Nós, mulheres modernas e práticas do século 21, tão acostumadas a nos virar sozinhas, corremos o risco de acabar atropelando nossos bem-intencionados pretendentes. Se bobearem, a gente pergunta qual o programa da noite e... também responde. Os homens ficam se sentindo marionetes na nossa mão - é o que a psicoterapeuta Teresa Bonumá tem ouvido em seu consultório. ''Eles ainda querem conquistar, acreditar que estão controlando a situação'', comenta Teresa. Trocando em miúdos, faça-o perceber que é importante para você. Em um ou outro encontro, guarde seu admirável senso prático na bolsa e dê a ele a chance de também sugerir o restaurante ou o filme. 

No período das ficadas, não se precipite falando de casamento, filhos e afins. ''Tire o buquê de noiva da mão. Não mostre a ansiedade de querer que dê certo. Espere os sinais dele de que está sendo correspondida. Uma relação é como dançar: os dois têm que entrar no mesmo ritmo'', explica Teresa. Valquíria Resende, de 22 anos, que mora com o namorado há 11 meses e tem mais três ex-amores no currículo, seguiu essa cartilha à risca: ''Não me atirava em cima dele como as outras. Minha postura tranqüila fez com que se interessasse por mim''. É inevitável imaginar o lindo de fraque esperando você no altar? Guarde a visão na sua mente, não externe. Deixe-o se sentir livre enquanto o romance engatinha. Nesse sentido, apresentá-lo aos pais é uma manobra arriscadíssima. ''Quando a garota me coloca dentro da casa dela, para almoçar com a família, sem eu nem ter certeza de que quero algo mais sério, pulo fora'', avisa Marcos Morais, de 27 anos, vendedor. 

Qual é a atitude esperta nessa fase? Aprofundar o papo, perguntar sobre a vida dele, contar mais da sua e descobrir pontos de vista em comum. Pesquisa feita por NOVA com 1444 homens mostra que 48% deles se sentem ligados a uma mulher quando concordam com os princípios e valores dela. 


Desperte a namorada ideal que existe em você 

Quando a freqüência dos encontros aumenta, pode-se dizer que vocês chegaram à fase pré-namoro. Aproveite cada programa para deixar claro, com pequenos gestos, que é uma companheira, e não uma mala. Veja como fazer isso a fim de receber a escritura definitiva da posse do coração dele: 

- Aposte no seu QI 
Pesquisa de NOVA com 5 118 homens revelou as cinco características imprescindíveis em uma namorada e a inteligência ficou em primeiro lugar. Significa ter uma conversa agradável, saber argumentar, ser bem informada e, principalmente, exibir tudo isso na frente dos amigos dele. Segundo o escritor Ulisses Tavares, o homem gosta de mostrar que é desejado por uma mulher com conteúdo. Em outras palavras, seu pretê precisa ter a sensação de que ganhou na Mega Sena (enquanto a turma morre de inveja), entendeu? 

- Não viva em função dele 
Ele quer uma namorada que tenha vida própria. Se cair no vacilo de anular a sua, você passará de Cinderela fascinante a gata-borralheira dependente, sem graça. O segredo do sucesso: mantenha sua rotina até segunda ordem, ou seja, quando oficializar a relação. Pense duas vezes antes de cancelar a happy hour com as amigas ou a aula de inglês só porque ele a chamou para sair. Compensa mais dizer que não vai poder e jurar que a sua quinta-feira será só dele. 

- Mantenha-se light 
Não faça muitas cobranças. Nada de dar uma bronca no pobre porque ele combinou de ligar às 10 da manhã mas só telefonou à tarde. Procure entender o motivo. Ele podia estar numa reunião de emergência no trabalho... Respeite-o. Muitas vezes a nossa ansiedade para fazer a relação decolar nos deixa com tolerância zero. Pegue mais leve. Segundo o psicoterapeuta Luis Cuschnir, o homem quer uma mulher que não pese, que não reclame sempre. 

- Seja sexy 
Cuschnir também ensina que, para os espécimes masculinos, não existe relacionamento amoroso sem tesão. Então, não descuide da sensualidade: vista-se linda para ele, prepare uma surpresa entre os lençóis, converse sobre sexo se surgir o assunto... Seja natural, sem cair na vulgaridade. 

- Mostre que sabe o que quer 
Se deseja transformar um pré-namoro em relacionamento firme, invista num homem só. Ter dois ou três ao mesmo tempo é um mecanismo de defesa para não ficar sozinha, mas passa a mensagem de que você está indecisa. E seu novo amor terá medo de ser rejeitado. 


Pergunte o final da história a ele 

Se já estão saindo há alguns meses e você sente que só falta ele confirmar com todas as letras que estão namorando, tem passe livre para tocar no assunto. É seu direito. O momento ideal? Não dá para estipular, cada uma de nós sabe o seu limite. ''Meu namorado, com quem estou há quase dois anos, é do signo de Câncer e isso significa que não suporta mulher pegajosa'', conta Lauren Oliveira, de 19 anos. ''Minha estratégia infalível? Deixei-o livre. Apenas depois de muitas ficadas perguntei o que achava de namorarmos. Ele topou.''