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23 dezembro, 2012

Como Nasce o Papai Noel






Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.
Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.
Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.
Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.
A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas
Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal da Xuxa, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.
Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal.

21 dezembro, 2012

O que você podia ter feito e não fez? em 21/12/2012

O que você podia ter feito e não fez? 

O que você podia ter feito e não fez?

"Talvez eu não tenha tratado você
tão bem quanto deveria
talvez eu não tenha te amado
tão frequentemente quanto deveria
Pequenas coisas que deveria ter dito e feito
Eu nunca separei um tempo para isso

Você sempre esteve em minha mente

Talvez eu não tenha te abraçado
Em todas aqueles momentos solitários
E acho que nunca te disse,
Que sou feliz por você ser minha
Se eu te fiz sentir como a segunda melhor
Sinto muito, estava cego

Você sempre esteve em minha mente...

Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu
Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita
Satisfeita

Pequenas coisas que deveria ter dito e feito
Eu nunca separei um tempo para isso


Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu
Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita



"Trabalhei tão duro, Pensei que você sabia,
Meu amor, fiz tudo por você
Nunca realmente tive o tempo
Acho que você não podia ler minha mente
Você sempre esteve...COMIGO





COISAS QUE TODOS NOIS PODIA TE FEITOS ANTE DO FIM

                                    PODIA TE PEDALADO COM VOCE



TE NAMORADO MAIS


TE SE BEIJADO MAIS
 

                      PODIA TE ME DESCUPADO PELA COISA QUE DEIXEM DE FAZER POR NOIS

                                             
                                                TER COMEMORADO JUNTOS



                               PODIA TE DIZER O QUANTO EU TE AMO E NAO DISSE
                                                  

                   PODERIA-MO TER TOMADO BANHO DE CHUVA JUNTOS MAIS NAO FIZEMOS


                              TE AGRADECIDO A DEUS PELO FATO DE VOCE ISSITIR



                                              ME DESCUPA POR TER BRIGADO COM VOCE




                                             TER PEDIDO VOCE EM CASAMENTO


                                                    
                                                  TER MI CASADO COM VOCE




                                               
                                  TER AGRADECIDO A DEUS POR TE UMA FAMILIA
                                        
                                                TER ORADO MAIS UM POUCO 





COISAS QUE TODOS NOIS DEIXAMOS DE FAZER QUE TALVES NAO PODERIAMOS FAZER OUTRA VEZ




                                          PODERIA ANDADO PELADOS



                                       
                                            TER CURTIDO MAIS


                          
                                                    CURTIDO OS AMIGOS
                                       


                                               DESCANSADO MAIS



                                          MAIS TEMPO PRA ELES



                                                           CAFE NA CAMA



                                          DORMIR DE COLESINHA
 

                                       COMPRA UM CARO


                                      ESTOURA OS CARTOES DE CREDITOS


                                        SAIR DA EMPRESA ONDE VOCE ODEIA


                                           UM PE NA BUNDA DO CHEFE



                                          VEVIDO MAIS











                                             TER FEITO AMOR ATE MORRE!!




                                                  
                                                             BEB ATE MORRE








E A GGORA PODE SE O FIM DE TUDO E NAO FIZEMOS NADA!

 

 ASSISTA O VIDEO E LINDO

 http://www.youtube.com/watch?v=XpPoY7MSK6Y
 http://www.youtube.com/watch?v=XpPoY7MSK6Y


O que as mulheres mais valorizam em um homem?


Mesmo com a pouca "oferta", as mulheres não abrem mão de escolher bem seu companheiro. Veja a seguir as características que elas buscam nos homens.


Segundo a psicóloga Kelen Pizol, as mulheres procuram por segurança, fidelidade e companheirismo. "O homem tem que ser carinhoso e presente sexualmente", diz Kelen.

Na opinião da terapeuta de casais Eliete de Medeiros, os aspectos externos também são muito importantes. "A mulher procura um homem que cuida da sua saúde, que faça algum esporte, de preferência. Pois se ele não cuida nem do próprio corpo, imagine da relação", explica a terapeuta.

"A mulher admira ainda o homem seguro, próspero e trabalhador, que tenha projetos e um foco na vida", completa Eliete. 

Segundo a profissional, não corresponde com a realidade aquele mito de que as mulheres gostam de homens mulherengos. "Elas gostam do 'galinha' somente para ficar, porque ele é popular. Mas para um relacionamento sério nem homens e nem mulheres querem um parceiro desse tipo", afirma.

Outras atitudes apreciadas por elas são o cavalheirismo, carinho e atenção. E, segundo Eliete, esses aspectos estão presentes com maior incidência nos homens mais velhos.

Casamento
Ao longo dos anos, foram alteradas as expectativas das mulheres em relação ao casamento. "Antes elas queriam uma relação mais segura. Hoje, a mulher não quer que o marido interfira na sua vida", explica Eliete. 

De acordo com a terapeuta, esse comportamento explica o surgimento dos "namoridos": casais que vivem juntos sem o casamento oficial. "Com esse tipo de união não há a posse comprovada no papel".

"O casamento deixou de ser um negócio, pois ele nem sempre é para a vida toda. Portanto, a mulher tem que se garantir", completa a profissional.

Serviço:
Kelen Pizol - Terapeuta de casais
Endereço: Rua Alvarenga, 638, Butantã, São Paulo - SP
Endereço eletrônico: www.psicoterapiacognitiva.com.br

Eliete de Medeiros - Psicóloga
E-mail: psicologa@elietedemedeiros.com
Endereço eletrônico: http://www.a2encontros.com.br



20 dezembro, 2012

Pesquisa diz que mulheres bonitas são prejudiciais para a saúde dos homens

06 Mai 2010,


Segundo estudiosos europeus, a culpa não é do ar acondicionado, também não é do gelado que você tomou, tampouco por andar descalço. A culpa é dela. Se você está resfriado, saiba que a responsável é aquela gatinha que andou espreitando.
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Ao menos essa é conclusão de um grupo de pesquisadores da Universidade de Valência, na Espanha, com colaboração de seus colegas da Universidade de Groningen, nos Países Baixos. Os estudiosos disseram que as mulheres lindas são prejudiciais para a saúde dos homens.

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Segundo a pesquisa, contemplar uma garota bonita durante cinco minutos dispara nos homens seus níveis de cortisol, um hormônio relacionado com o estresse que altera o metabolismo celular. Em pequenas doses, tem efeitos positivos, mas em elevados índices pode provocar uma baixa nas defesas do organismo, além de problemas cardíacos, diabetes, hipertensão e até impotência.

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O estudo foi realizado após medir o cortisol de 84 homens tentando resolver um jogo de sudoku em uma sala com a presença de uma desconhecida "gostosona". Os cientistas descobriram os níveis do hormônio no sangue aumentavam consideravelmente, mas quando pediam para a garota sair da sala, os homens recuperavam rapidamente os valores iniciais normais de cortisol.

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A explicação seria que quando os homens estão próximos de uma mulher atraente, naturalmente se sentem impelidos a seduzi-la e esta tentativa ou o simples pensamento da conquista causa o estresse.

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Taí uma coisa a ser levada em consideração pelo Ministério da Saúde, tal como os cigarros as garotas bonitas deveriam vir com um aviso para que o " usuário" saiba que o conteúdo pode fazer mal à saúde. Eu, de qualquer forma, vou morrer estressado.