Tradutor

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11 abril, 2012

ciencia do sex appeal aprenda

Este programa explora os processos subconscientes mais profundos envolvidos na atração entre os sexos, e como eles afloram externamente com todos os seus detalhes e especificidades. A atração sexual é uma mera questão de gosto ou uma equação biológica que espera ser resolvida? Ciência do Sex Appealrevela todas as nuances da atração humana com o objetivo de determinar sua condição genética, hormonal ou neurológica. Esta atração se baseia na visão, no odor, ou em pequenos e sutis sinais, como a voz e o movimento? Depois do programa, você nunca mais verá um estranho, o ser amado ou a si mesmo da mesma forma. 

Os cientistas sempre pensaram que as preferências dos casais eram completamente arbitrárias. Mas estudos recentes sugerem que certos fatores inconscientes, como o som e o odor, podem fazer com que as pessoas se sintam atraídas por outras. Os especialistas desde programa querem verificar se a secreção natural emitida por uma mulher para atrair um homem realmente afeta o nível de atração desde em relação a ela. Para isso, eles pedem a um grupo de homens que classifiquem o nível de atração de várias mulheres que aparecem em algumas fotografias. Durante o experimento, sem saber, os homens são expostos ao odor artificial da secreção de uma mulher – e então, todas as mulheres das fotos tornam-se atraentes para eles. 

Nos bares e clubes noturnos de todo o mundo, uma guerra bioquímica invisível está em andamento. Os homens segregam a androstenona, que repele as mulheres que não estão ovulando. As que estão secretam um odor específico, tornando-se mais sexies para os homens. Poderia esta secreção natural da mulher se converter em uma arma arma secreta do arsenal da atração? Não perca este programa para descobri-lo.










10 abril, 2012

Mulheres são submissas no sexo. Sim ou Não?

Mulheres são submissas no sexo. Sim ou Não?

Na contramão da política correta de emancipação feminina, vamos conversar sobre um fenômeno que tenho tido provas concretas de sua ocorrência, e que os homens, no geral, não tem sabido explorar.
“Quanto maior a liberdade e emancipação da mulher na vida pessoal e profissional, mais submissa ela fica na cama.”
Pessoalmente acho isso muito bom, pois, minha principal fantasia é ser um dominador e escravizador de mulheres.
Antes que alguém me xingue, deixa eu explicar a declaração, depois podem xingar a vontade.
A mulher tem ficado mais submissa na cama, porque acredito que isso seja algo genético, algo que trazem desde os tempos das cavernas. Da mesma forma que trazem o instinto maternal, e os homens trazem o instinto por uma disputa, as mulheres trazem o instinto de ser uma submissa no sexo.
A liberação da mulher
Como as mulheres estão em um momento de liberação sexual, elas estão se permitindo ter um papel submisso na cama, cada vez mais dão asas aos seus impulsos. Desde quando comecei a pesquisar sobre sexo, em 1995, vejo que as mulheres cada vez mais admitem abertamente gostar de transar de quatro, de fazer anal, de ser amarrada, segurada firme, pega pelos cabelos, e coisas no gênero. Todas essas são práticas relacionadas ao homem estar no comando. Talvez as mulheres naturalmente sempre gostaram disso, mas, hoje em dia está mais fácil admitir. Em outras épocas, uma mulher que se declarasse adepta dessas práticas provavelmente seria rotulada de várias coisas não muito boas.
Esta preferência não é de forma alguma desmerecimento ou diminuição do papel da mulher, é apenas um ajuste a sua natureza de fêmea. Cabe agora aos homens, assumirem o seu papel de macho dominante. Macho dominante, na cama, volto a frisar, e não na vida pessoal e profissional.
Essa informação não é para ser usada de qualquer forma, e não se aplica a todas as mulheres. Cada uma tem o seu nível de submissão. E existem algumas, raras por sinal, que preferem ser sempre a dominadora.
Os níveis de submissão
As mulheres de nível mínimo são mais facilmente encontradas nos signos de peixes, câncer e escorpião, uma vez que são muito românticas e carinhosas, porque não dizer, melosas. Geralmente dizem que fazem amor, e dificilmente usam termos do tipo: vamos transar, vamos dar uma bombada, vamos fazer um sexo e coisas assim. Para esse tipo de mulher uma puxada de cabelo pode significar uma falta de ternura, e o máximo que curtem de submissão, é ficar por baixo durante um papai e mamãe.
Uma mulher que é uma submissa intermediária, é aquela que precisa de um certo vínculo para transar, mas, curte transar de quatro, faz um anal na boa, gosta de ouvir uns xingamentos básicos, algumas curtem umas bolachas de leve na bunda, e gostam que os homens as peguem firme e as joguem na cama. De vez em quando elas também ficam por cima, mas, no geral, preferem que o homem tenha o controle. É mais comum achar essas mulheres entre os signos de capricórnio, sagitário, leão, aquário, virgem e áries. Entre essas últimas, pode-se encontrar várias com tendência a serem dominadoras.
A mulher que gosta de se sentir uma puta na cama, gosta de ser pega firme pelos cabelos, cuidado, pegar firme não é puxar, gosta de uns tapas estalados na bunda, gosta de ser amarrada e vendada, gosta de estar servindo o seu macho, sendo seu objeto, sua escrava, adora transar de quatro, adora sexo anal, e faz tudo o que o seu homem mandar ela fazer. Tenho visto muitas mulheres assim nos signo de touro, gêmeos e libra. Essas são submissas de alto nível.
Obviamente as definições acima não se tratam de uma lei inviolável, é apenas um agrupamento feito a grosso modo, de forma a facilitar o entendimento, e existem mulheres que misturam um grupo com o outro, e também é possível encontrar uma canceriana que goste de se sentir dominada, o signo é apenas um indicativo.
E quando não há compatibilidade?
Em mãos habilidosas, o conhecimento dessa informação é muito útil, uma vez que você vai saber se quem está com você é ou não compatível com o seu jeito de ser.
Nessas questões não existe certo nem errado. Cada um tem o seu modo de agir, e todos são válidos. A importância deste conhecimento está em saber se o seu par é adequado as suas preferências sexuais, se não for, não tem muito que possa ser feito, pessoalmente acho que se deve procurar alguém mais compatível.
Muitas vezes já vi pessoas se queixando do seu parceiro, exatamente por não ter percebido essas características acima. Um fica tentando mudar o outro, e isso é tapar o sol com a peneira. É tão mais fácil achar uma pessoa com a qual se tem uma maior afinidade.
Eu mesmo, namorei uma menina durante quatro anos sem perceber que ela pertence ao primeiro grupo, e eu tenho preferência pelo terceiro, logo, nossas divergências eram grandes.
Tenha mais prazer no sexo, com o conhecimento dos níveis de submissão femininos.


Fonte: Dicas do Sexo

Veja também




  • 22-03-2010
    Marisa Frota Ferreira diz:
    Pessoal! estou com 40 anos! viví o final da repressão sexual . Puxa, ganhamos liberdade sexual. Cada qual faz o que acha certo(desde que não prejudique a sí e aos outros). Não vamos rotular ninguém! Gosta de ser antiquada? seja,vc. é livre! quer ser mais liberal? seja e segure a onda. Quer permanecer virgem? é uma oção sua e deve ser respeitada. Se não tiver cuidado,daqui há pouco estaremos tão "caretas" como os caretas de antigamente. Hoje o liberal não aceita alguém que, por qualquer motivo, não seja "tão avançado".em tempo, sou avançada no sexo(risos) Marisa
  • 06-03-2010
    ana maria rosa ferreira diz:
    Bem, tenho 36 anos e desde jovem iniciei minha submissão.Hoje,acredito encontrar-me no 3° nível. Sou uma verdadeira puta na cama, sem frescura e gosto de apanhar na bundinha com força mesmo! só não gosto que me impeçam de gozar a hora que eu quero gozar e da maneira que gosto. Tenho um gênio forte, porém, na cama, faço mais do que muitas putas e faço por prazer, por sentir-me feliz e realizada.Nunca fiz para agradar homem! fora da cama, sou normal e não me submeto a homem nenhum. Se não estiver no 3° nível, não sei qual... Ana
  • 29-01-2010
    rafaela diz:
    eu achoqui nao viu

09 abril, 2012

Diferenças entre submissas e escravas


Muitos perguntam se escravas realmente existem. Na forma como a história e os dicionários definem, não, elas não existem na maioria dos países modernos. (Apesar de haver alguma controvérsia sobre círculos de escravidão existirem secretamente) A maioria das pessoas geralmente concorda que a posse legal de outro ser humano é imoral, e logo, ilegal. Em todo caso, no mundo BDSM, alguém perceberá que as pessoas envolvidas se denominam por vários nomes; um deles, é o termo "escravo(a)".
Naturalmente, isso freqüentemente levanta a questão de quão diferente uma escrava é de uma submissa. Esta questão normalmente é encarada com franca hostilidade, descrença na existência de escravas, e a idéia de que as palavras escrava e submissa (como nomes) são termos permutáveis, equivalentes, no mundo BDSM. Muitos não concordarão com quaisquer destas idéias, e eu sou um deles. Gastei uma generosa soma de tempo conversando com escravas na melhor tentativa de entendê-las, suas opções, e fazer meus juízos se isso é uma escolha saudável ou não, dentro do estilo de vida BDSM.
À pergunta de se, escravas existem ou não no BDSM, eu respondo que sim. Podem não ser o grupo mais numeroso, mas têm algumas. Escravas diferem de submissas? Novamente, minha resposta é sim. Escravas diferem de submissas pela forma como pensam, agem, submetem-se e suas expectativas.
Uma escrava tende a pensar mais na linha "preto no branco". Elas têm muito pouco espaço para manobras ou tons de cinza na sua escolha. Elas não parecem esperar muita flexibilidade do comportamento de seu Dominante também. Com isto eu quero dizer, se uma escrava está sentindo-se indisposta e logo não completa suas tarefas diárias, esperaria do Dominante o castigo de sempre . Uma submissa estaria mais inclinada a esperar indulgência do Dominante porque estava indisposta. Uma escrava pensa em termos de ser posse, não em termos de estar submetendo-se. Para elas, estar encoleirada em um relacionamento significa ser posse, e freqüentemente isso se traduz na afirmação de que elas não têm o "direito", "escolha" ou "opção" de sair do relacionamento se ele andar mal.
Isso não significa que uma escrava vai aceitar um relacionamento abusivo, embora seus limites de tolerância para o que é abusivo e o que não é parece mais alto do que na submissa. Essa crença de ser posse origina-se de um forte compromisso tanto no lado emocional quanto mental para com seu Dominante. Existe um nível de aceitação ao comportamento do Dominante que pode ser mais intenso e abrangente do que muitas submissas consentiriam. Por exemplo, um Dominante quer trazer um terceiro para dentro do relacionamento. Uma submissa exigirá que alguns critérios sejam observados antes de permitir (sim, permitir), donde uma escrava diria "está acima do meu alcance, se é o que o Senhor quer, então que seja", e resignadamente aceitar a mudança. Para alguns, esta forma de pensar é considerada errada ou instituída por meio de abuso, mas isso não é necessariamente verdade. Uma escrava floresce no fato absoluto, de que elas literalmente não têm controle sobre o relacionamento ou o que vai acontecer nele, donde uma submissa freqüentemente retém algum grau de controle sobre o relacionamento. Seu processo de pensamento foca somente no que faria o Senhor (a) mais contente e no como a escrava pode ser mais prazerosa a ele. Submissas tendem a pensar em si mesmas e seu proprio prazer em adição ao do seu Dominante. Escravas trabalham duro para porem-se em segundo lugar em todas as coisas, e seus Donos em primeiro. Para elas, isto é o que resulta de ser uma escrava e submeter-se completamente. Escravas se esforçam muito em conquistar uma paz interior com sua posição escolhida. Com essa paz, vem a aceitação de si mesmas, e um quieto senso de contentamento. Elas vêem orgulho, arrogância and outras emoções como negativas e indesejadas em uma escrava.
O comportamento de uma escrava é diferente do de uma submissa também. Se você ouvir escravas falarem sobre seus comportamentos (ou assisti-las), elas normalmente falam sobre aceitação quieta, em controlar-se o tempo todo, formalidades, e outras coisas. Parece haver mais foco no como uma escrava se comporta em qualquer dado momento, com menos margem para ser diferente. Em muitos relacionamentos de escravidão, a escrava é exigida a usar o título do Dono ao endereçar-se a ele em qualquer situação, and não conceberiam chamar seu Dono por qualquer outro nome. A maioria das escravas acha gritar, crises de mau humor, ou de nervos ou qualquer outra forma de comportamento descontrolado da parte da escrava repreensível e meritória de punição severa. Escravas poem bastante ênfase no seu comportamento e no como reagem ao seu Dominante. Seguram-se em um alto nível de autocontrole. Cobram de si mesmas terem um comportamento prazeroso o máximo possível. Não vêem margem para molecagem, qualquer forma de "topping from the bottom" (ditar cena) ou qualquer outra forma de manipular o Dominante. Geralmente vêem molecagem como manipulação, choramingos, persuasão ou fazer pedidos novamente depois da primeira negativa como comportamento manipulador que se endereçam aos desejos necessidades da escrava ao invés do Dominante e logo, impróprios. Elas olham com desdém para qualquer comportamento que é dirigido a forçar o Dominante a encontrar uma finalidade da própria escrava, em lugar de focar-se na necessidade do Dono. Uma escrava se esforça pela perfeição interior em completar todas as tarefas que o Mestre lhe dá, enquanto mantém uma parte da sua atenção em coisas que não foram solicitadas a fazer, mas acham que poderia agradar o Mestre se feitas. A uma escrava é requerido que seja bastante auto-suficiente e hábil pois freqüentemente tem uma carga forte de responsabilidades. Escravas normalmente sentem que uma escrava não precisa ser orientada nos mínimos detalhes porque isso é enfadonho para seu Dominante, a menos que ele aprecie a meticulosidade. Uma escrava vai se comportar com o maior respeito em uma situação formal, e com todo o respeito que qualquer situação exija. (Por exemplo, um momento calmo em casa que não requeira um protocolo rígido, como uma festa formal iria).
Nenhuma dessas ênfases no comportamento significa que uma não pode ou não faz piada, relaxa ou entra em brincadeiras. Muitas escravas de fato fazem estas coisas. Fazem, contudo, com grande atenção à reação do Dominante e tomam cuidado para não serem deselegantes ou excessivamente sarcásticas. A menos é claro que o Dominante não aprecie este comportamento, então é melhor que ela o restrinja (o comportamento). (N.T.: O que pode ser bastante difícil, e na minha opinião pouco saudável, para alguém que tem naturalmente um senso de humor brincalhão como parte de sua personalidade) Então por favor não entenda que este artigo diz que escravas não se divertem, não têm senso de humor ou algo assim porque seria inverídico. Escravas têm personalidade como todo mundo, e se divertem com ela como todo mundo. Escravas apenas tendem a ser bem mais preocupadas com a reação do Dominante a estas atividades do que algumas submissas são. Elas também não usam seu senso de humor para provocar o Dominante a agir com elas, a menos que o Dominante aprecie este tipo de elemento na cena. Basicamente elas talham seu comportamento naquilo que o Dominante prefere, e sente-se mais confortável.
As expectativas de uma escrava acerca de seu Dominante e do relacionamento são freqüentemente diferentes das de uma submissa. Uma escrava não espera satisfação de seus desejos para além de suas necessidades mais básicas. Quando o Dominante faz algo além disto para com elas, é visto como um presente, e não o preenchimento de uma necessidade. Escravas tendem a ver coisas que muitas submissas esperam em um relacionamento, como luxo e não necessidade. Isso não significa que uma escrava vai aceitar ser abusada ou tratada como inútil por longos períodos de tempo, apenas significa que elas não esperam todos os mimos que outros esperam de seus relacionamentos. (como ganhar carinho sob solicitação, falar quando tiver vontade, dormir numa cama, etc). Escravas sabem que seu relacionamento é difícil às vezes e que sua submissão não é fácil o tempo todo. Elas esperam serem solicitadas ou ordenadas a fazerem coisas que não vão necessariamente serem prazerosas para si porque seu foco não está na própria satisfação, mas na do seu Dominante. Esperam ser tratadas como escravas e não mimadas ou bajuladas. Elas esperam ser forçadas em seus limites e ter estes limites expandidos. Esperam preencher as expectativas de seus Dominantes e não verem seus Donos aceitarem qualquer manipulação ou desobediência. Elas esperam serem usadas na totalidade de seu talento ou mesmo serem treinadas para aumentar suas capacidades para preencher a necessidade do Dominante. Não esperam ser consultadas para cada decisão, ter sua opinião requisitada o tempo inteiro, ou algo parecido. Isso não significa que elas esperam ser ignoradas ou tratadas como se elas não importassem, elas apenas não esperam isso como uma parte corrente do relacionamento, apesar de muitas darem suas opiniões, sentimentos, isso é requisitado por seus Dominantes e eles irão freqüentemente leva-las em conta quando tomarem decisões.
Uma escrava submete-se diferentemente de uma submissa também. Escravas não impõem limites à atividade dos Dominantes. Uma submissa vai freqüentemente ter limites mais rigidos que o Dominante não consegue ultrapassar, e limites mais brandos que podem ser suprimidos com prévia negociação. Uma escrava não tem qualquer dos dois. Elas não vão dizer que o Dominante não pode engajar certo tipo de jogo ou usar um específico acessório. Elas podem dizer ao Dominante que não gostam desta ou aquela prática ou acessório no começo do relacionamento (preferencialmente antes do encoleiramento) mas não vão rejeitar o Dominante por fazer/usar tais coisas. Elas contam com a idéia de de serem solicitadas a fazer coisas que não gostariam particularmente e consideram isso como parte do submeter-se, uma vez que seu conceito de submissão coloca a satisfação do Dominante em primeiro lugar, antes mesmo da própria. Muitas escravas dirão que por causa destes imperativos, uma escrava vai escolher um Dominante com quem tem mais afinidade, logo não vai lhe solicitar coisas que ela se nega terminantemente a fazer. Mas mesmo assim, a escrava espera que estes limites mudem com o tempo e aceitam que isto aconteça. Uma escrava não acredita que possa simplesmente deixar o relacionamento. Algumas acreditam que depois de encoleiradas é para a vida, e não vão pedir soltura mesmo que sintam sua vida em perigo, ou sintam-se mentalmente/ fisicamente machucadas (nota do tradutor: isso é deveras improvável). Todavia, muitos relacionamentos têm diretrizes cabíveis para caso de soltura caso a escrava realmente deseje romper. Algumas escravas afirmam que uma escrava não pode ser abusada uma vez que o Dominante não tem limites na sua condução, e se o Dominante opta por agir de forma abusiva então seja feita sua vontade. Isso não parece ser o senso comum entre as escravas, porém também ocorre.
Muitas dessas diferenças se sobrepõem, e são aplicáveis a submissas também. Todavia, em sua totalidade elas existem para a maioria das escravas que tive contato. A escrava não é melhor que a submissa em minha opinião, meramente diferente. Algumas destas características podem existir em uma submissa, ou mesmo todas elas. Estas diferenças básicas parecem existir no tocante aos limites da submissão. Uma escrava não os tem, uma submissa sim. A palavra que cada uma vai escolher para definir a si mesma segue uma questão de escolha pessoal, e minha intenção nesse artigo não é diferente. Em lugar disso, meu intento é de ajudar outros a entenderem a escrava um pouco melhor, e não as ver como desmioladas ou capachos, porque estas duas palavras não descrevem a maioria das escravas por opção de vida. Seja ou não a escravidão uma opção de vida saudável, é uma questão de escolha pessoal. Acredito que isso pode ser uma escolha muito saudável, ao passo que outros discordariam. Como em qualquer relacionamento onde a divisão de poder esteja colocada na ascendência de uma pessoa sobre outra, abusos podem acontecer. Contudo, eu não tenho base para afirmar que estes abusos ocorram mais com escravas do que com submissas, ou no BDSM de modo geral.
Traduzido Por John Coltrane.
Opinião pessoal do tradutor:
Pessoalmente considerei a questão dos limites mais frouxos, como ainda uma escolha segura. É natural que o relacionamento de escravidão como se afigura no texto, é precedido de uma negociação como qualquer outro e todas as demais recomendações de segurança nos primeiros contatos podem perfeitamente conviver em harmonia. Vale lembrar que um verdadeiro abusador não avisa antes que não se compromete em respeitar limites: muito antes ele preferiria passar a idéia de ser cuidadoso, para depois cometer o abuso.
Se você não se identificou em nada com a descrição de escrava, é simples: você não é uma. É uma submissa, ou bondagista, ou apenas masoquista ou até mesmo apenas uma fetichista. Nada de errado nisso. A preocupação em se diferenciar uma coisa de outra se dá apenas como complemento aos conhecimentos do leitor e não se faz referência obrigatória.
A não negociação prévia no tocante ao rompimento de limites, como indicado no texto, é compensada por um busca mais exigente no tocante à afinidade entre as partes, pela escrava, conforme exposto. Pela escolha de vida, se torna ainda mais presumível que tanto a escrava irá optar pelo Dominante com a melhor índole possível (idoneidade), e analogicamente, um Top que aprecie tal relacionamento há de ter uma preocupação ainda maior para com a lisura em sua condução: uma peça com tais características lhe seria demasiado cara para perder por desleixo ou má vontade.

08 abril, 2012

Os segredos da atração sexual



Já faz algum tempo que acompanho o trabalho do casal Allan & Barbara Pease, que já publicaram vários livros como o conhecido “Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal”. Há algumas semanas li aquele que talvez seja o melhor livro que eles já escreveram, o “Desvendando os Segredos da Atração Sexual“. Fiz um estudo desse livro com as partes que mais interessam a nós homens:

O que as mulheres desejam do sexo?

Hoje em dia, para que não se caia na vala comum do preconceito, convencionou-se falar que homens e mulheres esperam e têm impulsos sexuais semelhantes. Nada poderia ser menos verdadeiro. Pesquisam demonstram que as mulheres desejam do sexo algo muito próximo ao que já esperavam há milênios atrás. Empresárias e donas de casa: elas se igualam em seus critérios para avaliar se o sexo foi ou não foi prazeroso.
O que a média das mulheres aponta como resumo das coisas que elas gostam antes do sexo e que as leva a sentirem vontade de fazer sexo:
1. Sentir-se atraente e especial
2. Sentir-se amada e protegida
3. Ser paparicada e mimada
4. Ser beijada, tocada, acariciada
5. Poder falar sobre os seus sentimentos
A mulher quer que a preparação para o sexo aconteça lentamente. Muitas sequer fazem uso da palavra sexo, preferindo “dormir com alguém” ou “fazer amor”. Após o sexo ela deseja conversar, que o carinho prossiga, e que o homem não durma logo a seguir.
As mulheres anseiam estímulos emocionais enquanto os homens pensam em desinibição e erotismo acentuado. Mulheres costumam se queixar que os homens são “egoístas” e “apressados”. Por outro lado, homens podem dizer que as mulheres são “mecânicas” e “sem-imaginação”.
Quando você se adapta às necessidades da mulher, ela o considerará um amante excepcional. Estando emocionalmente estimulada, a mulher soltará a sua imaginação, e se entregará por completo. O sexo será igualmente excepcional para o homem.

Por que as mulheres raramente iniciam o sexo?

O homem tende a interpretar qualquer carícia da mulher como sendo uma preliminar. Acredita que já está no caminho do sexo e por fim se sente rejeitado. Ele tem que aprender a separar quando o carinho da mulher significa apenas carinho, beijo, afeição, e quando há conotação sexual. Porém, o homem deverá ter sempre em conta, que ele é o líder; ele é quem na maioria quase absoluta das vezes encaminhará as coisas em direção ao sexo.
Ao longo do tempo, enquanto a evolução das mulheres as levou a desenvolver principalmente o impulso de cuidar e proteger a prole – estendendo o comportamento ao cônjuge –, o homem desenvolveu a preservação da espécie como o maior impulso, e, portanto, sua maior predisposição para o sexo. Isto nos leva à conclusão de que a iniciativa em direção ao sexo realmente será de maior responsabilidade do homem.

Como fazer com que as mulheres queiram sexo com mais frequência?

Os players devem saber que quanto mais eles insistirem e exigirem sexo de maneira direta, mais as mulheres os recusarão. Como já dissemos em alguns momentos desta nossa interação, as garotas gostam de sutilezas, e não entendem como os caras podem não enxergar outras alternativas de abordagem.
Quando a mulher se sente irritada, estressada, ansiosa, o seu desejo pode ser reduzido a zero, por isso é importante fazê-la se sentir relaxada e desejada. Homens transam para se sentirem bem, mulheres precisam se sentir bem para conseguirem transar.

Por que as mulheres têm orgasmo?

Para biólogos e cientistas evolucionistas, o orgasmo feminino é uma forma de controle da qualidade da espécie humana. Se ela sente, através dos sinais que o homem lhe passa, que o sujeito não possui os genes certos, ela simplesmente não consegue chegar a um estado propício para o orgasmo, e 99% é a chance de que ela rejeite este homem.

Por que muitas mulheres inteligentes costumam ser tolas no amor?

Quanto mais alto o Q.I. de uma mulher, menor é o seu coeficiente emocional. Isto significa que menores são as chances de ela tomar as decisões corretas no amor. Geralmente mulheres muito inteligentes até mesmo abdicam de tentar relações duráveis por não conseguirem lidar com as adversidades que sempre acontecem.

Por que as mulheres preferem homens mais velhos?

Homens mais velhos tendem a ter maiores recursos e status mais alto. São tidos como mais estáveis, confiáveis e inclinados a se comprometer. No entanto, a diferença de idade imposta pela pré-seleção geralmente leva as mulheres escolherem homens de três a cinco anos mais velhos. Outra informação importante é que as mulheres preferem se envolver com homens mais inteligentes do que elas, enquanto os caras preferem mulheres menos inteligentes.

Por que as mulheres querem ser tocadas?

As mulheres têm dez mil receptores de sensações espalhados pelo corpo. Os homens possuem apenas cerca de três mil receptores. Isto explica por que elas adoram ser tocadas e é o motivo para que a proximidade física seja tão importante para as mulheres.
Nem sempre a necessidade de proximidade física da mulher significa que ela quer fazer sexo. Se o homem observa e cumpre algumas das carências da mulher, porém, as chances de que lentamente eles cheguem ao sexo aumenta bastante.
Esta prática de proximidade física e toques não deve ser abandonada nem mesmo – ou principalmente depois – que o relacionamento se tornar estável.

Por que as mulheres parecem distraídas durante o sexo?

Mulheres têm uma incrível capacidade de se concentrarem em várias coisas ao mesmo tempo, enquanto homens são especialistas em trabalhos que exigem concentração em uma só atividade.
Muitos homens reclamam que as mulheres dão excessiva importância aos detalhes ao redor no momento do sexo. A luz está muito forte, ou muito fraca, o quarto está barulhento, etc. Isto se deve ao fato de que as ligações neuronais das mulheres se deram de modo que elas pudessem se concentrar em várias atividades ao mesmo tempo, enquanto as ligações masculinas se desenvolveram de modo que os homens pudessem deter sua atenção sobre determinada atividade sem perder o foco devido a informações externas.
Portanto, podemos concluir que a mulher se concentra em mais detalhes do ambiente, e pode ser mais perturbada pelos elementos ao redor do que os homens. Uma boa tática é deixar a luz de modo a obter penumbra, nem claro demais nem completamente escuro, e rodar uma música suave a fim de que os barulhos não cheguem ao casal. Assim o homem não terá a impressão de que a mulher está distraída enquanto eles transam.

Oito coisas que os homens podem fazer para aumentar seu valor junto às mulheres:

1. Mostrar comprometimento
2. Ter auto-confiança
3. Agir com bondade (mostrar solidariedade e compreensão, escutar, boas maneiras, demonstrar carinho, oferecer ajuda)
4. Demonstrar habilidades física
5. Usar roupas de boa qualidade
6. Expressar atenção e cuidado
7. Ser sincero
8. Manifestar amor

07 abril, 2012

Como identificar uma mulher no seu período fértil



Pergunte a uma mulher como o ciclo menstrual afeta o humor delas e provavelmente você ouvirá um sermão sobre TPM, ou tensão pré-menstrual. Embora seja verdade que os sintomas da TPM são comuns (embora não tão estereotipados como normalmente se acredita), novas pesquisas encontraram mudanças de comportamento nas mulheres em outro ponto do ciclo reprodutivo: a ovulação.
Dois novos estudos divulgados chegaram à conclusão de que elas se tornam mais selvagens nos dias férteis do mês. Um dos estudos descobriu que as mulheres durante o período fértil são mais abertas à ideia de ficar com um homem estranho ou apenas um conhecido, enquanto a segunda pesquisa mostrou que mulheres com parceiros de aparência menos masculina são mais prováveis a cobiçar homens de queixo forte e angulado (marca da virilidade) durante os dias férteis do que as mulheres com parceiros de aparência mais masculina.
Os novos estudos são duas dos mais de 20 que examinaram os efeitos da ovulação na forma como as mulheres se vestem, falam e pensam. Embora não seja ainda claro se e como essas mudanças afetam relacionamentos entre mulheres no mundo real, eles podem por uma chave para o passado da humanidade.
“A idéia é prestar atenção que as preferências que foram essenciais para a evolução do ser humano ainda estão presentes hoje em dia”, aponta Steven Gangestad, psicólogo especialista em Evolução da Universidade do Novo México evolutiva e co-autor de ambos os novos estudos.
Até cerca de uma década atrás, a maioria das pesquisas sobre o ciclo menstrual era focada na TPM, que ocorre após a ovulação e antes da menstruação. “Poucas pessoas tinham investigado se a ovulação afeta as mulheres”, revela Martie Haselton, professor de psicologia na Universidade da Califórnia, Los Angeles
Para quem não está acostumado com o processo, a ovulação ocorre quando o corpo da mulher libera um óvulo pelas trompas de falópio, onde pode se encontrar com os espermatozoides.
“Ninguém estava se perguntando o que acontece nos dias férteis ou não-férteis”, constata Haselton.
Uma razão pela qual ninguém tinha abordado a questão é que os pesquisadores em evolução humana há muito presumiam que a ovulação não importava muito no ser humano. Ao contrário de outros mamíferos, que se mostram mais aptos para o sexo durante a ovulação, as mulheres estão prontas para a relação sexual a qualquer hora do mês.
As teorias evolucionistas tentaram várias explicações para a perda desse comportamento em seres humanos. Uma das hipóteses mais comuns é a de que os humanos perderam o “calor” da fase para justamente esconder a ovulação. Se um homem não soubesse que encontro sexual poderia passar seus genes adiante, ele seria mais propenso a ficar por perto e ajudar a aumentar a prole.
O problema é que os homens não parecem ser capazes de dizer quando seu parceiro está ovulando. Ninguém sabe ao menos como os homens podem detectar – o cheiro é uma hipótese –, mas vários estudos descobriram que mulheres relatam que os parceiros se mais atentos e zelosos na época dos dias férteis.
Outro problema é que as mulheres parecem ter um “calor” da fase, mas ele funciona muito diferente do que em outros mamíferos. Não é que as mulheres se tornam mais receptivas ao sexo no dias mais próximos da ovulação, conta Gangestad, é que elas querem sexo por razões diferentes. “Pode ser mais experiente, como uma espécie de luxúria no meio do ciclo”, aponta Gangestad. “Fora do meio do ciclo, a mulher pode ser mais interessado em sexo, de intimidade.”
Como a maioria dos estudos sobre o tema têm sido feitos sobre as mulheres heterossexuais, pouco se sabe sobre como a ovulação afeta as lésbicas e mulheres bissexuais. Um estudo deste ano descobriu que a ovulação aumentou a motivação das mulheres lésbicas para atuar em seus desejos para outras mulheres, enquanto as mulheres bissexuais apresentaram aumentos menores na motivação.
Embora a sexualidade das mulheres seja mais fluida que a dos homens, explica Lisa Diamond, co-autora do estudo e psicóloga da Universidade de Utah, os resultados sugerem que a ovulação pode ser uma janela para o componente de base biológica da orientação sexual feminina. [Live Science]

06 abril, 2012

Voz feminina fica mais sexy no período fértil e fica gentil

Estrogênio deixa timbre mais agudo, tornando-o atraente ao ouvido masculino

Publicado em 13/7/2009

Estudos realizados por pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, constataram que a alteração hormonal ocorrida durante o período fértil modifica significativamente o timbre de voz feminino, deixando a voz das mulheres mais sensual nesse período.

Durante o estudo, gravações com vozes de mulheres de variados perfis foram efetuadas em pontos diferentes do mês e tocadas para pessoas de ambos os sexos. Após a execução de toda a gravação, observou-se que as vozes consideradas mais sedutoras eram as das mulheres em período fértil.

Segundo David Feinberg, coordenador da pesquisa, tal resultado se dá devido à alterações no nível do hormônio estrogênio observado no corpo das mulheres . Quando a mulher está no período fértil, as taxas de hormônio aumentam e deixam a voz mais aguda, timbre considerado mais atraente pelos homens.

O desafio é descobrir como isso funciona em uma simples conversa, em um bar, por exemplo, já que é preciso ter um ouvido mais apurado para perceber tais alterações.

O terapeuta sexual Amaury Mendes explica que não é só a voz da mulher que se altera neste período. "Mudanças comportamentais como o modo de andar ou de se vestir ocorrem imperceptivelmente nesta fase."

05 abril, 2012

Quer enlouquecer um Homem? Então faça sexo anal.

Essa história de que sexo anal é dolorido, é isso é aquilo, já está se tornando um pouco de mito.
Sexo anal é bom demais.
É claro que com jeitinho né rapazes. Com lubrificante, enfiando primeiro o dedinho, beijinhos, e depois é fundamental higienização correta. Acabou de fazer, um banho gostoso é muito recomendado, e para os homens eu receito uma solução manipulada que é baratinha, que é igual água boricada só que mais ácida para matar as bactérias principalmente a monília (quem quiser depois posso passar a fórmula). Portanto mulheres HOMENS amam sexo anal, se vc quiser satisfazer seu homem por completo, faça sexo anal, é claro que mulheres que não são casadas por favor usem camisinha.

04 abril, 2012

Orgasmos múltiplos ao seu alcance

Orgasmos múltiplos ao seu alcance

Todas as mulheres sonham em sentir o prazer impressionante dos orgasmos múltiplos. E a médica americana Rachel Carlton Abrams sabe disso. Tanto que escreveu, com o mestre taoísta Mantak Chia, "O Orgasmo Múltiplo da Mulher" (Ed. Fontanat, R$ 39,90), recém-lançado no Brasil. 

O livro une o conhecimento milenar chinês com a ciência moderna para mostrar como as mulheres podem ativar a energia sexual e atingir o clímax diversas vezes. "Com exercícios simples, usamos nossas próprias reservas energéticas para aumentar o prazer sexual. Assim, trazemos vitalidade para outras áreas da vida", diz a médica. 

Selecionamos alguns exercícios deliciosos de praticar para você conhecer as vantagens dessa incrível união do antigo com o novo, do oriental com o ocidental, do prazer... com mais prazer!

Porque os homens gostam tanto de sexo anal?

“Porque os homens gostam tanto de sexo anal?”


 Muitas e muitas leitoras anônimas Minha querida leitora anônima,
o prazer masculino vai muito além das fronteiras do proibido, do fetiche. Simplicar o furor anal a constante recusa da maioria das mulheres – quando em ambientes públicos, logicamente – seria por demais freudiano. Homens são conquistadores.







Descendente moderno dos ancestrais Mongóis, do grande exército liderado por Kublai Khan. Conquistador nato.
Aí você vai começar a encontrar a ponta de sua resposta. A cruel realidade é que não temos espamos ejaculatórios ao enfiar nossos paus em um local apertado, escuro e, por vezes, sujo.
O real prazer está na conquista. Mais especificamente na entrega. Sexo anal é o mais consensual de todos. A mulher precisa de confiança plena para se doar a seu parceiro e relaxar o suficiente para permitir a penetração. É um ato louco de amor, tesão e submissão, divido não igualmente entre as três partes.
Alcançar esse nível de intimidade é de uma satisfação similar a escalar o everest com as próprias mãos, sem equipamentos e sem ajuda dos guias Sherpas. Afinal, o caminho só pode ser trilhado em dupla. Não há vagas para uma torcida, “Vai, está indo bem, um pouco mais de força, campeão!”.
A entrada é suave, e em partes, pequenos estágios que podem se dividir em mais de uma noite, até que a dama esteja suficientemente preparada para que o fato se conume em toda sua extensão. Leia-se, ir até o final, em um gozo não-hollywoodiano, mas ainda sim animalesco, intenso, único.
O pós-sexo será seguido por um longo abraço e pedido de aconchego por parte dela. Ele, de peito estufado, um pavão em toda sua glória, diante da fêmea. Vão arfar em conjunto, sincronizar a respiração e compartilhar um momento lindo, verdadeiramente lindo. Ela vai rever sua posição sobre o assunto, afinal, descobriu que pode sentir prazer. Ele, vai se sentir um mestre. Pois se tornou um pequeno homem ao comer sua primeira namoradinha. Mas só agora pode dizer que realmente entende a alma feminina – e nem de longe entende. Vai fazer um olhar assim meio Nelson Rodrigues e se virar de lado, contemplando a beleza da situação.
Ter uma mulher completamente entregue em nossos braços[bb]. Esse sim é o gozo supremo.

Dr. Love, espalhando amor pelo mundo

30 março, 2012

Orgasmo espontâneo e diversas formas



O orgasmo pode ser espontâneo, parecendo que ocorrem sem haver prévia estimulação direta. Os primeiros relatos deste tipo de orgasmo provêm de pessoas que tiveram lesões da medula espinal (SCI). Embora a SCI muitas vezes leve à perda de certas sensações e a alterações da auto-percepção, uma pessoa com esta perturbação pode não está privada de sexualidade, como a estimulação sexuais e desejos eróticos.
Também se discute que algumas determinadas drogas antidepressores podem provocar o clímax espontâneo como um efeito colateral.


Outras categorias do orgasmo

Certos tipos e categorias de orgasmo tornaram-se amplamente reconhecidas, o suficiente para serem discutido como distintivo formas de orgasmo.




Orgasmo vaginal


O "teoria dos dois orgasmos" (a crença de que no sexo feminino há um orgasmo vaginal e umorgasmo clitorial), foi criticada por feministas, como Ellen Ross e Rayna Rapp como uma "clara percepção masculina do corpo feminino". O conceito de orgasmo de natureza meramente vaginal foi postulada pela primeira vez por Sigmund Freud. Em 1905, Freud argumentou que oorgasmo clitorial era um fenómeno que ocorria em adolescentes, e após atingir a puberdade a resposta adequada das mulheres maduras mudava para o orgasmo vaginal. Embora Freud não tenha fornecido quaisquer provas para esta suposição básica, as conseqüências de teoria foram muito elaborada, em parte porque muitas mulheres se sentiram inadequadas quando elas não conseguiam atingir orgasmoatravés da relação vagina que envolveu pouca ou nenhuma estimulação clitorial.

Em 1966, Masters e Johnson publicado o pivô da investigação sobre as fases de estimulação sexual. Seu trabalho incluiu homens e mulheres, e ao contrário de Alfred Kinsey anteriomenta (em 1948 e 1953), havia tentado determinar as fases fisiológico que ocorriam antes e depoisorgasmo. Um dos resultados de Masters e Johnson foi a vinculação da ideia de que o orgasmo vaginal e clitorial seguiam na mesmas fases das respostas físicas,mas também argumentaram que a estimulação clitoridiana é a principal fonte dos orgasmos.

Recentemente foi descoberto que o comprimento do clitóris estende-se para dentro do corpo, ao redor da vagina complicando as tentativas de distinguir o orgasmo clitorial vs vaginais.

Mais recentemente, a urologista Australiana, Dr. Helen O'Connell, utilizando a tecnologia MRI notou que existe uma relação direta entre as crus clitoris (crura ou pernas ou raízes do clitóris) e do tecido eréctil do bulbos clitorial e corpo, e distais uretra e vagina. Ela afirma que esta relação de interligação é a explicação fisiológica para o Ponto G e a experiência do orgasmo vaginal, tendo em vista que há a estimulação das partes internas do clitóris durante a penetração da vagina.

Orgasmo anal




O orgasmo anal é um orgasmo originado da estimulação anal, como a de um dedo inserido, o pénis ou brinquedo erótico.




Orgasmo mamário


Um orgasmo mamário é um orgasmo feminino que é criado a partir da estimulação das mamas de umamulher. Nem todas as mulheres conhecem esse consequencia de quando os seios são estimulados, no entanto, algumas mulheres afirmam que a estimulação da área da mama durante a ato sexual e as preliminares, ou apenas o simples fato de terem seus seios acariciados, cria de ligeiro até a um intenso orgasmo. De acordo com um estudo que questionou 213 mulheres, 29% delas tiveram a experiencia de terem um orgasmo mama de uma vez ou mais vezes, enquanto outro estudo afirmou que apenas 1% de todas as mulheres tiveram a experiência de terem um orgasmo mamário.

Crê-se que um orgasmo ocorra, em parte, por causa do hormônio oxitocina, que é produzida no organismo durante a excitação e estimulação sexual e foi demonstrado que a oxitocina é produzida quando um dos mamilos é estimulado e tornar-se ereto.

Orgasmo simultâneo




O orgasmo simultâneo (também designado por orgasmo mútuo) é um clímax alcançado pelos parceiros sexuais, ao mesmo tempo, durante o ato sexual.



Função evolutiva dos orgasmos
Biólogos evolutiva têm várias hipóteses sobre o papel do orgasmo. Em 1967, Desmond Morris sugeriu, em seu primeiro livro ciência-populares O macaco nu (The Naked Ape) que o orgasmo feminino evoluiu para encorajar a fêmea a manter uma intimidade física com seu parceiro e ajudar a reforçar a ligação do casal. Morris sugeriu que a relativa dificuldade em se alcançar o orgasmo feminino, em comparação com o orgasmo no sexo masculino, poderia ter uma função favorável, na biologia evolução Darwinian, por direcionando a fêmea a selecionar companheiro que tenham qualidades como paciência, atenção, imaginação, inteligência, em oposição às qualidades tais como tamanho e agressão, que tem relação com à selecção de companheiros em outros primatas. Essas qualidades vantajosa foram se tornando acentuadas dentro da espécie humana e impulsionados pelas diferenças entre os orgasmos dos sexos masculino e feminino.

Morris também propôs que orgasmo poderia facilitar concepção, uma vez que esgotaria a mulher assim ela se manteria com o corpo na horizontal, impedindo assim que o esperma escorresse para fora do trato genital. Esta possibilidade, algumas vezes chamado de "Hipótese Poleax" ou "Hipótese do nocaute", atualmente é considerada altamente duvidosa.

Outras teorias são baseadas na idéia de que o orgasmo femininopoderia aumentar fertilidade. Por exemplo, a redução de 30% no tamanho da vagina durante o orgasmo poderia ajudar aumentando a pressão sobre o pênis (muito semelhante, ou talvez causada pelo Músculo pubococcígeo), o que promoveria o aumento da estimulante sobre o macho. Os biólogos também sugeriram que o orgasmo feminino pode ter um ação "sucção", semelhante ao movimento peristáltico, favorecento a retenção os espermatozóides e aumentando as chances da concepção. Também o fato de que a mulher tende a atingirorgasmo com maior facilidade quando estão ovulando sugere que ele está vinculado ao aumento da fertilidade.

Outros biólogos supoem que o orgasmo apenas para motivar sexo, o que aumentaria a taxa de reprodução, o que poderia ter sido selecionado durante evolução.

Visto que o orgasmo de um macho tipicamente tende a chegar mais depressa do que o da fêmeas, isso poderia, potencialmente, encorajar a fêmea a ter vontade de se envolver em atividades sexuais com mais freqüência, aumentando assim a probabilidade de concepção.


29 março, 2012

Conheça os 30 beijos do Kama Sutra

Conheça os 30 beijos do Kama Sutra

O beijo por si só é uma arte e o Kama sutra reconhece seu poder
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Você acha que o beijo é uma poderosa arma de sedução?

Quem disse que "um beijo é só um beijo" certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.





O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.


O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo céu".


Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.


Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:


1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.


2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.


3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.


4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.


5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.


6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua".


7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).


8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.


9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.


10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.


11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.


12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.


13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.


14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.


15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.


16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.


17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.


18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.


19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.


20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.


21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.


22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.


Onde há amor, há dor
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes.


As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas.


As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:


23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.


24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.


25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.


26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.


27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.


28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.


29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.


30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.