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14 janeiro, 2011

Orgasmo na velhice






A mulher de terceira idade, entre 61 e 70 anos, que é saudável e tem parceiro fixo, tem vida sexual mais intensa que noutras faixas etárias. Esta é a conclusão de uma pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos de Sexologia e Geriatria de Curitiba, que entrevistou 2.400 mulheres de varias idades e apontou freqüência sexual de até 17 vezes por mês para estas avós que, após a aposentadoria, vivem um renascimento sexual em seus casamentos.

Entre 51 e 60 anos, a vida sexual é menos movimentada: oito relações, em média, por mês. E entre 41 e 50 anos, o índice mensal é de 12,2 vezes. Para a médica Marilene Cristina Vargas, coordenadora da pesquisa e autora do livro ''O manual do orgasmo'', a causa da redução da freqüência sexual entre 50 e 60 anos é a menopausa, que provoca transformações hormonais profundas.

  Mas se a mulher toma remédios para garantir o equilíbrio hormonal, atravessa a menopausa com vida sexual ativa, no mesmo ritmo anterior. Outra descoberta importante: quem tem orgasmos freqüentes envelhece mais devagar - diz a sexóloga.

Ela cita o exemplo da atriz Sophia Loren que, aos 63 anos, mantém a rigidez muscular e o brilho na pele, fazendo tratamento de reposição hormonal. No período da menopausa, segundo Cristina, a reposição de hormônios, complementada com reforço de sais minerais, garante a manutenção da libido e evita dores vaginais, dificuldade de atingir o orgasmo, depressão, calores, apatia e outros sintomas. Além da medicação, a sexóloga recomenda exercícios físicos e o aprendizado do controle da musculatura das paredes internas da vagina.

  Sem vida sexual, a mulher perde a cintura, os glúteos caem, o seio despenca. E o humor vira uma calamidade - acrescenta.

Segundo a pesquisa, as mulheres entre 18 a 30 anos têm freqüência de 16,50 relações sexuais por mês, enquanto que a da faixa entre 31 a 40 é de 10,9 relações.

  A pesquisa demonstra que a mulher não perde a sexualidade com o passar dos anos. Na década de 40, os estudos dos pesquisadores Kinsey e Rischfield apresentavam a mulher idosa como assexuada. Suas necessidades seriam, no máximo, de 26 relações sexuais por ano - lembra a médica.

O andrologista Marcio Sister, especialista em sexualidade da International Society for Impotence Reserch, considerou extremamente improvável que um casal de mais de 60 anos tenha 17 relações sexuais por mês:

  Eu atendi a cerca de quatro mil pacientes em 12 anos de consultório. A maioria dos homens com mais de 60 anos vêm aqui justamente com problemas de impotência. Esta é a idade da descida da serra do homem. Com quem estas mulheres vão ter tantas relações? Não deve ser com o parceiro. O pique sexual do homem e da mulher não é o mesmo depois dos 60. Talvez em intensidade seja possível, porque já estão com os filhos criados, uma vida estável, sem os fantasmas da gravidez, mas freqüência eu duvido.

Já o psicólogo Arnaldo Risman, especialista em sexualidade humana e professor da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati/Uerj), afirma que, apesar das alterações hormonais que ocorrem na menopausa, a mulher não perde a capacidade de sentir desejo nem a capacidade orgástica, podendo até sentir orgasmos múltiplos. Mas alguns fatores interferem neste processo, como o preconceito social e o aspecto psicológico.

Na terceira idade, a mulher se sente menos atraente e incapaz de conquistar um parceiro, gerando assim conflitos emocionais. Outra questão é a falta de parceiro. Devido às mudanças fisiológicas, muitos homens perdem o interesse pelo sexo - diz Risman, um dos autores de "Terceira Idade - um envelhecimento digno para o cidadão do futuro" (Unati), organizado por Renato Veras.

Segundo Marilene Cristina, as mulheres de mais de 40 anos que não entraram na menopausa são as mais realizadas sexual e afetivamente. Nesta fase, o triângulo hormonal que governa o orgasmo (composto dos hormônios estrogênio, progesterona e testosterona) fica mais ativo e a mulher conhece melhor seu corpo, sabe o que quer e já perdeu inibições comuns na primeira etapa da vida sexual.

  Quando a mulher sabe o que quer, o orgasmo vem mais rápido e é mais longo - diz a médica.

A duração do orgasmo tem a ver com o tempo do jogo amoroso e - novamente neste caso - a mulher madura é a que mais se destaca. Segundo Cristina, acima dos 40 anos, geralmente a mulher está estabilizada profissionalmente e busca satisfazer suas necessidades sensoriais de forma objetiva.

  A mulher madura não perde tempo. Ela metabolizou mais rapidamente as mudanças contemporâneas e procura não só gozar como dar prazer a seu parceiro - diz.

Cristina cita ainda uma outra pesquisa, feita em clínicas para tratamentos de distúrbios sexuais, segundo a qual, na população feminina brasileira, 23% declaram não ter desejo e nem orgasmo; 35% se definem como ótimas de cama, com alta freqüência de orgasmos. As 42% restantes se declaram ''regulares'': têm cerca de 50% de relações com orgasmo, em certas fases da vida têm disfunção de desejo e precisam de estímulo para voltar a ter relações sexuais.

  Os problemas que levam à dificuldade de ter orgasmo são tratáveis. Entre eles, estão hérnias de disco, tumores, artrites, varizes vaginais, doenças psíquicas, desequilíbrios hormonais e até defeitos no olfato - diz a médica.

13 janeiro, 2011

Prazer... Aprendas a Obter o Maximo dele no orgasmo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010




Podemos começar comemorando.... pois a natureza deu às mulheres inúmeras maneiras de chegar lá.... e boba seria aquela que usasse uma única sempre, não acha?????? Aqui, eu apresento  seis formas de conquistar o grande ohhhh huuummmmm ahhhhhhhhh...... Experimente uma a uma, descubra suas prediletas e lembre-se de que, em matérias de prazer, variedade é tudo!!!!!!!!Tudo bem, o Dr. Freud podia entender muito de inconsciente, mas em matéria de sexualidade feminina estava por fora. Convenceu muita gente de que as mulheres só sentiam dois tipos de orgasmo: o imaturo (pelo estímulo do clitóris) e o maduro (vaginal, segundo ele o ideal)... Resultado: durante décadas, ficamos tentando sentir prazer com a penetração, justamente o caminho mais difícil para chegar lá. Felizmente, pesquisas feitas nos anos 70 demonstraram que o orgasmo clitoriano é não só o mais comum como o mais fácil de alcançar, e, para um grande número de mulheres, o melhor de todos... Isso não quer dizer que você deva se contentar apenas com ele. Existem várias formas de alcançar o grande ohhhhhhhhhh. É uma questão de gosto... O bom seria que seu homem experimentasse todas, até descobrir a mais gostosa para você. Mas, se não quiser ter que esperar sentada pela iniciativa do seu amado, tome a frente!!!!! Detalhei seis tipos de orgasmo feminino - uma estimulante lição de casa para fazer a dois e esquentar suas noites frias.....
Então...mãos a obra....


1. O ponto U, até então inexplorado...
A uretra - por onde sai a urina - é um ponto de prazer para muitas mulheres (o que não é de surpreender, já que fica entre o clitóris e a entrada da vagina, área supersensível). Pressioná-la ou massageá-la com os dedos ou a língua, abusando de movimentos circulares ou de cima para baixo, pode levar você a um clímax i-ni-ma-gi-ná-vellllllllll.....


2. Dois gatilhos poderosos: ponto G e zona AFE
Para dar um descanso ao clitóris, procure o orgasmo estimulando o ponto G (aquela parte da vagina do tamanho de uma moedinha situada acima do osso púbico) ou a zona AFE (sigla do inglês anterior fornix erotic, traduzindo, entrada erótica anterior), que fica na mesma parede vaginal, só que perto do colo do útero. Enquanto o G é um ponto bem preciso, a AFE é uma zona esponjosa maior e menos definida. Tem, porém, a vantagem de responder a estímulos suaves; o G só reage a contatos firmes. São fatos importantes para seu amado saber, antes de explorar com os dedos essas fontes de prazer... Para chegar ao orgasmo dessa forma, a posição ideal é a penetração num ângulo de 90 graus, com o gato de pé ou ajoelhado.


3. A magia dos seus seios...
O respeitado sexólogo Herbert Otto garante que o estímulo dos seios é a segunda forma mais comum de uma mulher chegar ao clímax. Exagero?????? Pode ser. Mas não resta dúvida de que uma sessão de estímulos com a língua, os lábios e os dentes é de enlouquecer. E ao que parece esse tipo de orgasmo é mais freqüente do que se imagina: numa pesquisa com 500 mulheres, 29% garantiram já ter experimentado. Por isso, se até hoje seus seios eram meros coadjuvantes na hora de fazer amor, dê a eles uma chance de desempenhar o papel principal. Posso garantir a vcs que sabendo bjr, lamber, chupar e morder os seios....vcs terão uma sensação maravilhosaaaaaaaaaaaaaaaaa...depois vcs me contam....


4. Contatos imediatos com o clitóris
É fato: a maioria de nós precisa de estímulo nesse "botão mágico" para ter prazer... Quando as mãos são usadas, movimentos circulares e para a frente e para trás fazem maravilhas... Uma técnica muito eficiente é a "borboleta de Vênus": enquanto uma das mãos acaricia o bumbum e o ânus (mas sem penetração), o anular e o médio da outra mão estimulam o clitóris para cima e para baixo - a idéia é que o movimento seja rápido e suave como o bater das asas de uma borboleta. Outra técnica de sucesso: o homem separa os lábios vaginais e massageia o clitóris com um ou dois dedos, em movimentos circulares ou laterais. Embora mãos competentes sejam uma glória.... dificilmente superam a língua em destreza. O sexo oral deixa a maioria das mulheres louca, não só pelas sensações que desperta como por ser um ato de intimidade absoluta. O que se espera que um bom amante faça com a boca lá embaixo? Use toda a língua, não apenas a ponta, pois cada parte proporciona uma sensação diferente ao toque. Uma das técnicas mais enlouquecedoras é "escrever" todo o alfabeto com a língua. (Já imaginou então redigir uma carta de puro prazer????) Outra: dar leves batidas com a ponta (mas sem exagerar). E há uma terceira, que chamaremos de SNRD (sente-se no rosto dele) - o nome dispensa explicações, é ou não é??????? Estimular o clitóris com vibradores é mais uma variação bem-vinda. Melhor ainda se forem dois ou mais ao mesmo tempo, com texturas diferentes. Pedir ao seu amor que os use em você é instrutivo para ele e um bocado excitante para os dois...Existe no mercado o "bullet" que um massageador clitoriano, indicado até por ginecologista e terapeutas sexuais
para as mulheres que estão com a libido baixa...pois Bullet massagea o clitoris e devolve aquela onda de prazer que toma conta de todo o corpo....agora a Mar adverte: após o uso do Bullet tem alguém ao lado para resolver a situação com uma ótima penetração...pois o Bullet nos deixa malucas de tesão....


5. Em busca do ápice vaginal...
As sensações produzidas por um orgasmo clitoriano são diferentes das experimentadas no vaginal. Uma mulher descreveu assim: "Quando meu namorado faz sexo oral, sinto o prazer dentro do corpo. Quando me penetra, é como se o prazer fluísse para fora...eu me estico toda, tentando prendê-lo". No livro O Grande Oooh! (Planeta do Brasil), a sexóloga Lou Paget explica a razão científica dessa diferença: "O estímulo do clitóris faz o útero e o canal vaginal se expandirem e se elevarem, preparando a vagina para a entrada do pênis. No estímulo vaginal, o útero pressiona a vagina. Além disso, as terminações nervosas que levam ao orgasmo também não são as mesmas do orgasmo clitoriano. Portanto, é lógico ter sensações distintas". Algumas posições favorecem o prazer vaginal. As mais recomendadas são a mulher por cima - que, como você já deve saber, tem a vantagem extra de deixar seu amado doido de tesão porque, animal visual que é, fica fascinado com a imagem de seus seios tão perto do rosto e da boca e com sua expressão de prazer. O homem por cima também é favorável porque a penetração profunda e a força que o corpo dele exerce desencadeiam sensações prazerosas em toda a vagina... Para algumas mulheres, um pênis grosso é a melhor opção para chegar a um maravilhoso orgasmo vaginal. Já para as que têm maior sensibilidade na parte mais profunda do colo do útero, um comprido satisfaz à beça. Qual é o seu caso?????? Em pé, de lado, sentados, de joelhos, por trás... são posições que também levam a esse tipo de orgasmo - mas saiba já: ele nunca será o mais comum, nem o mais fácil, nem o mais intenso...


6. O encanto do mais proibido dos carinhos...
O corpo é seu, você decide o que fazer com ele. Mas na lista de possíveis fontes de prazer não pode faltar o ânus, com suas terminações nervosas altamente excitáveis. Ele pode ser estimulado com os dedos, a boca, o pênis ou brinquedos eróticos como vibradores e bolinhas. Apenas, antes de se aventurar, tome o cuidado de usar um bom lubrificante para dilatar o esfíncter. A fantasia é capaz de tudo?????? Siiimmmmmmm.... O cérebro é o mais importante órgão sexual, de modo que para algumas mulheres é possível chegar ao gozo sem nenhum estímulo, apenas com o poder das palavras, das imagens e das lembranças. Em 1992, cientistas provaram que existem garotas capazes de ter o que chamaram de "orgasmo fantasioso", com as mesmas reações do mais satisfatório orgasmo físico (desde o aumento do ritmo cardíaco e da pressão sanguínea até a dilatação das pupilas e os tremores). Então, o que você está esperando para colocar a imaginação para funcionar e conseguir um desses clímax mágicos?????? Boa sorte e aproveitem as dicas....



12 janeiro, 2011

Boa especialista na cama!


Rotina.... Essa palavra mete medo nas mulheres quando o assunto é vida a dois... E no sexo, claro, ela nem deveria existir... Novas posições e preliminares criativas são algumas dar armas utilizadas por quem deseja inovar. O mesmo vale para quem sonha em conquistar o título de "boa de cama"...
Na opinião da pompoarista Lu Riva uma mulher boa de cama é aquela que gosta de si mesma. "Ela tem conhecimento sobre seu próprio corpo e, a partir disso, começa a descobrir o corpo do parceiro", diz.
As detentoras desse título são muito bem-resolvidas. Vão para a cama, se entregam e envolvem o homem no ritual. "Elas são capazes de direcionar a relação e descobrir as partes erógenas do outro" declara Lu Riva... eu Eu afirmo: A mulher boa de cama é familiarizada com o próprio corpo... Sabe quais toques despertam o desejo e, dessa forma, se entrega mais na relação...
Lu Riva lembra que as mulheres, assim como os homens, têm receios quando o assunto é sexo: medo de falhar e até de ficar nu na frente do parceiro. "A descoberta das características de uma pessoa que se dá bem na cama ocorre de maneira natural. Você se enxerga sem rodeios, se solta, se sente realizada e, por isso, acaba deixando a coisa fluir com simplicidade", afirma...
Na minha opinião, cada mulher tem um ritmo de vida diferente. Por isso, deve-se permitir se descobrir. Ser mulher não é ser submissa... A mulher é boa de cama porque se conhece e faz as coisas no tempo dela. Não dá para copiar o que a amiga fez... aí vira teatro... Ela precisa se sentir confortável com o que está fazendo, conhecer o parceiro... Às vezes, quando um homem tem ao seu lado uma mulher boa de cama, não sabe o que fazer com ela. Por isso, naturalidade é tudo...
É exatamente como pensa Ariana, de 51 anos. Casada há 28 anos, a administradora acredita que mudar de posição é sempre bom para apimentar a relação. Procurar e não esperar ser procurada também é uma forma de surpreender os homens. Mas garante que nunca recorreu a filmes pornôs ou a brinquedinhos eróticos. "Essa história de topar tudo é relativo. Para tudo existe um limite. A criatividade depende muito do momento e, com o tempo, o casal preza mais a qualidade do que a quantidade", declara.

A pompoarista diz que a mulher que quer ser surpreender na cama precisa primeiramente se aceitar. É como no livro "O Segredo". Com base nisso, use o poder da mente para se tornar uma mulher sedutora e feliz. "Olhe-se nua em frente ao espelho. Se não conseguir, se olhe com roupa. Observe seu corpo e impeça que aquelas vozes interiores que falam que você é feia e cheia de celulite lhe dominem", brinca. O próximo passo é se autovalorizar. Fale com confiança para você mesma que é bonita, gostosa e capaz de conquistar. "Repita esse processo por pelo menos um mês. Isso começa a entrar na mente e dá autoconfiança", lembra Lu Riva.
Outra dica da professora é deixar de andar olhando para baixo. Olhe para as pessoas e se deixe ser olhada, observada: "Quando você ‘enterra’ a cabeça no chão, pede para que as pessoas não a percebam, não lhe ache interessante".
Eu creio que no sexo, a mulher deve ser tão determinada quanto no campo profissional... Ela enfrentou obstáculos e buscou informações para se dar bem no que faz... para ser feliz na cama, os passos são semelhantes, podem ter certeza disso...


Depois de se sentir bem, segura consigo mesma, arrase na cama... Não tenha medo de pegar no corpo do outro... Comece debaixo para cima e deixe o órgão sexual por último. Dessa fora, você excita mais o seu parceiro... Explore os pés, a parte interna da coxa e o peito, mas não procure direto o mamilo... Dá uma sensação diferente, declara Lu Riva..
Não tenha pressa... Atice o parceiro e deixe-o em ‘ponto de bala’...

O matemático Marcelo, de 41 anos, namora há cinco meses e acredita que a mulher boa de cama é aquela quer topa todo tipo de sacanagem. "Ela tem que fazer sexo oral e engolir depois. E tem que gostar de receber também. Os homens gostam disso", afirma. "O romantismo fica por conta da mulher. Homem gosta de fazer sexo e não amor. Quem diz o contrário é porque quer conquistar ou tem medo de perder a mulher", completa.

Para as preliminares ficarem ainda mais excitantes, vede os olhos dele... Explore a lateral do púbis, desça arranhando pelo meio do peito dele... passe a mão pela nuca, pescoço, atrás da orelha e não se esqueça de beijar o lóbulo da orelha. Porém...a mulher deve fazer isso porque realmente quer... Quem segue uma cartilha perde a identidade... Esteja na cama porque você quer realmente estar... Não agrade somente o parceiro, mas se agrade também... Busque o seu próprio prazer...
O que eu sugiro é que a mulher trabalhe os cinco sentidos do parceiro... Com pouca luz, atice o ouvido com uma boa música... Use seu perfume preferido para aromatizar o local... Lubrifique suas mãos com um óleo apropriado e abuse de frutas e chocolates... Os orientais costumam preparar um ambiente para uma noite a dois. É uma maneira de sair do cotidiano. Mas lembre-se... faça tudo isso porque lhe faz bem... aí você se libera...
Posso dizer como Personal Sex que a mulher precisa se descobrir para se satisfazer e dar prazer ao parceiro dela. Para cada homem ela vai saber dar prazer e se proporcionar prazer. "Quanto mais a mulher se gosta, melhor ela fica... Tem que fazer o que é bom para ela, sem medo, sem vergonha... A mulher é quem escolhe o parceiro. Quando ela não quer, o homem pode fazer o que quiser"...é fato...
Para aprimorar e surpreender ainda mais o parceiro, cursos de pompoarismo, striptease e de dança sensual, além de alguns "brinquedinhos", também são permitidos. Tanto na hora do sexo como para se autodescobrir. "Use o vibrador para se conhecer e outros objetos eróticos para saber quais os toques que você mais gosta. Assim, você perde a vergonha do próprio corpo e fica sabendo as reações provocadas em cada parte do corpo do outro", comenta Fátima. Se a mulher estuda o próprio corpo e o do parceiro, tem autoridade para mudar de posição, fazer novos movimentos e até ver um filme pornô para se "atualizar". "A mulher também tem que fazer sexo oral, mas sem cara de nojo. O homem é muito visual e vai perceber se você não fizer com prazer", afirma Lu Riva.
Sexo rotineiro
Lançamentos em produtos eróticos


Eu percebo que a mulher tem medo de ser vulgar, quando, na verdade, está sendo sexy e segura de si. "Se decidiu ir para a cama, deite e role... Se um homem não tivesse interesse em você, não teria chegado a esse nível"... "A sexualidade faz parte do ser humano. As pessoas ligam sexo à pornografia e não é assim. É preciso sentir o toque, o beijo. Quando se encara o sexo de maneira natural, se os dois estiveram de comum acordo, tudo vai dar certo",só é preciso ter uma cabeça boa para saber curtir o momento e não deixar que o mundo lá fora interfira nesse momento de muito prazer... "Descubra o que você tem de melhor e valorize!", e deixe de se preocupar com o que os outros vão pensar sobre vc...os outros só vão saber que um de vc contar....o que não deve ser feito NUNCA....
As pessoas procuram viver bons momentos no sexo...pq hj os casamentos não tomam mais o cuidado de investirem nisso...o casal se acomoda e são apenas bons amigos....uma casa sem emoção...
Temos falado muito sobre isso aqui no blog....então se por algum motivo o desejo bateu na sua porta
e vc quem deve saber se vai aproveitá-lo ou não....mas nunca perguntando a amigas (os)....isso é algo
que ninguém deve saber...
Descubra-se sexualmente...realize suas fantasias e continue sonhando para que o desejo seja sempre
presente em sua vida....só tem um bom relacionamento sexual quem pensa em sexo, quem busca
conhecer seu corpo....e assim vc com certeza ser ótima de cama...

OS MAIS LINDOS GIFS DE ANJOS
































11 janeiro, 2011

como agradar um homem na hora H ?

12/Abr/2008






Você já deve ter se perguntado muitas vezes: o que é que eu faço pra agradar esse homem na cama? Sinto informar que não existe uma resposta para isso. Porque sexo é troca, interação, entrega e, é aquela historia, cada caso é um caso.

Mas é possível sistematizar algumas dicas básicas, quase óbvias, que irão ajudá-la a ser mais você na hora do “vamos ver”.

1. Quer conquistar seu homem? Primeiro, conquiste a si mesma. Ou seja, conheça bem seu corpo, goste do seu corpo, descubra o que lhe dá prazer. Isso lhe dará a auto-confiança necessária para agradar seu homem.

2. Procure se libertar de preconceitos e tabus. Se questione sempre. Antes de dizer NÃO a alguma coisa, se pergunte: POR QUE NÃO?

3. Seja verdadeira, seja você mesma. Por exemplo: se você é do tipo doce, delicada, romântica, um pouco tímida, não adianta comprar uma lingerie “matadora” para provocar seu homem. Soa falso, sabe como é? É melhor usar uma camisolinha de malha, curtinha, de alcinha… Cinta-liga, corpete preto, chicotinho etc. combinam com mulheres atiradas, extrovertidas, agressivas no bom sentido.

4. Converse francamente com seu homem. Descubra quais são os desejos e fantasias dele.

5. Faça, na cama, tudo que você sentir vontade. Fique ligada na reação dele e vá adequando sua atitude.

6. Se você gosta de ***** com ele, diga. Diga que ele é gostoso, que ele lhe dá tesão e prazer. Isso aumenta a auto-estima do homem e faz com que ele **** ainda melhor. Agora, se você não gosta de ***** com ele, se ele não lhe dá prazer, fique calada e troque de homem.

7. Todo homem brasileiro, com raras excessões, gosta de sexo anal. E as mulheres geralmente reagem negativamente a essa forma de prazer, antes mesmo de experimentá-lo. Sexo anal ainda é tabu e, por conseqüência, existe muito preconceito e desinformação a respeito. Descubra como tirar o máximo de prazer da sua bundinha linda.

8. Ninguém resiste a uma ****** bem dada. Portanto, pare de falar um pouquinho e mostre a ele todas as delícias que você é capaz de fazer com a boca. Descubra o prazer de sentí-lo pulsando em sua boca, sinta o sabor, o cheiro a textura. faça com vontade, pois fazer apenas por obrigação não tem nenhum valor.

9. Evite perfumes fortes. Ele pode até não enjoar de você, mas vai enjoar do perfume. Prefira colônias sutis. O melhor de todos os cheiros é o cheiro de você limpinha. Água e sabonete fazem bem esse serviço.

10. Por fim, a dica mais importante: não se violente. Só faça o que você sentir vontade. Mas procure estar sempre aberta a novas experiências.

Prazer sem limite sado

Homem e mulher; dono(a) e escravo(a); um pouco sobre o universo do BDSM, onde a dor física e psicológica é parte do jogo

 

 



"Eu tenho um comportamento sádico. E ela (minha escrava) é masoquista. Tem prazer imenso em ser chicoteada, torturada e passar por situações de medo. Agulhas são uma das coisas que nos dão prazer; são transpassadas na pele, com finalidade de tortura. Em certa hora percebo que ela tem pânico de locais fechados, pois é lá que vou colocá-la. Normalmente, o climax vem no spanking ou em situações de medo extremo. Nesse momento, as lágrimas e a dor para ela têm a equivalência de um orgasmo”, relata Senhor Verdugo.
Ele tem 51 anos, é administrador, mora em São Paulo, e sua querida, {bruna}_Verdugo, é submissa masoquista, tem 38 e vive em Aracaju. Tal grafia é para mostrar, por meio das chaves, que ela pertence ao Senhor. Por determinação do dono – sim, ela o reconhece como tal –, Bruna é quem viaja a seu encontro. Como gentileza nunca é demais, Verdugo paga as passagens de avião. “Vivemos uma relação muito prazerosa, há mais de três anos. A satisfação de uma masoquista está na dor, na humilhação, e é por este caminho que também tenho meu prazer”, diz Senhor Verdugo.


Ficou chocado? Achou estranho? Pois esqueça, caro leitor, seus pensamentos românticos ao estilo Romeu para Julieta: “deixai então, ó santa! que esta boca mostre o caminho certo aos corações.” Passe longe de julgamentos morais ao ler o relato verídico acima. Porque eles não têm lugar no BDSM, – abreviação para bondage (técnicas de amarrações e imobilização), dominação, sadismo e masoquismo – universo que compreende fetiches e modalidades de método em comum: impor e receber imposição de poder explícito e consensual. Na prática, pode ir do gosto por chicotear e ser chicoteado, fazer papel de animalzinho de estimação, ter os seios amarrados com cordas e arames farpados e até o uso de cateter para controle das necessidades fisiológicas do submisso.
Ui, não parece humilhante? o diretor do instituto Paulista de Sexualidade, Oswaldo Rodrigues Júnior, lembra que são os valores morais que determinam se algo é ou não humilhação. Se é doloroso e negativo ou não. “Gostar de uma expressão sexual depende de vivências anteriores. Associar uma experiência a uma emoção positiva ou dar significado positivo a uma emoção negativa.” Os adeptos do BDSM falam que a humilhação também pode ser vista como quebra de limites psicológicos. A dor é uma das variações, e dela nasce a percepção do prazer. Lembra da musiquinha: “só um tapinha não dói”? É por aí. Então, nossa amiga no início da matéria não está sofrendo, conforme pensamos, equivocadamente. Muito menos o Senhor Verdugo é um homem violento. “A prática do BDSM consiste no sadomasoquismo erótico e extremamente consensual, com objetivo do prazer mútuo”, explica ele.
DOMINADORA B.: cinto de castidade de presente para o escravo
DOMINADORA B.: cinto de castidade de presente para o escravo
Consensual; palavrinha fundamental no BDSM, pois não se submete o outro a torturas ou ações além de suas possibilidades ou necessidades. De tapinhas apenas para demonstrar a submissão até cortes de pele e chicotadas com sangramento, tudo é pré-definido. “A execução das fantasias depende dos praticantes seguirem a consensualidade e o cuidado com a saúde do outro. Por isso, buscam estudar e conhecer o limite do parceiro para que a imposição seja dosada. É o que permite a vivência de sensações e emoções que, fora do contexto, seriam expressões de violência”, explica Rodrigues Júnior.
No oposto de nossa submissa, está a dominadora B., carioca, designer de moda, 40 anos: “Sempre fui naturalmente dominante no sexo. Portanto, não foi novidade me ver dominando alguém de verdade.” Amante da podolatria, fetiche de adoração por pés, no momento está sem escravo. “Me envolvi por cinco anos com um masoquista submisso, que era casado. Terminamos recentemente, mas até hoje ele se considera meu”, conta. “Dominação e submissão eram nossa maneira de amar um ao outro.” B. ficava excitada controlando a castidade do companheiro. Como prova de fidelidade, ele lhe deu de presente um cinto de castidade masculino. “Quando estávamos juntos o deixava com o cinto o maior tempo possível. Sob o terno ele o usava com minha lingerie, inclusive meias 7/8 e ligas”, diverte-se ela.
Mas não é que até estes corações tão palpitantemente crueizinhos também têm suas fraquezas? “Apesar de separado, ele continuou casado no papel, tem filhos... isso me incomoda um pouco. Ele ficou livre e não ficou, enquanto eu continuo livre como sempre.” Hoje, B. está só.
“Para o BDSM só há uma regra: ser são, sadio e consensual (SSC)”, afirma o diretor de teatro e escritor que identificaremos como mestre Yago. “Ainda menino, com oito, nove anos, ficava excitado ao ver filmes com cenas das mocinhas amarradas, raptadas. Na adolescência me sentia o patinho feio: como podia estar apaixonado por uma garota e querer chicoteá-la? Claro que não o fiz.”
EM CENA: o sádico Senhor Verdugo dá ordens à sua sub
EM CENA: o sádico Senhor Verdugo dá ordens à sua sub
 
Agora, aos 45 anos, é um sádico dominador, adepto do BDSM há 26: “Gosto de dominar quem gosta de se submeter.” Frisa que dominar não é gritar, é postura. “Saber castigar na hora certa.” Controlar até o tipo de marca corporal que vai deixar na submissa. Yago vive uma 24/7: relação de dominação/submissão todas as horas do dia, por toda a semana. Em sua opinião, no convívio baunilha (o nosso, tradicional) cada um dos dois tenta controlar a relação, na hora do sexo, a cabeça está a mil: estou gordo, magro, como está a performance, em que grau está minha ereção? O que o outro está achando de mim? Numa sessão de BDSM estas questões não importam. A dor, para Yago, não deixa o pensamento voar. Toda energia está ali concentrada, o que faz o sexo bem mais prazeroso. “É simbiose, difícil dizer onde começa o sádico e o masoquista. Quando minha sub deixa de ter prazer eu também deixo.” Ele e sua sub têm uma outra sub.
Mas nada de pedir socorro ou falar: “pare” se a mão pesar; isto é muito corriqueiro. O que existe é a safeword: palavra pré-combinada que determina quando parar o jogo. Afinal, não deve ser fácil receber eletrochoques – mesmo que com a finalidade de contração muscular para induzir ao orgasmo – ter a superfície da pele estimulada por materiais abrasivos, ser imobilizado ou ficar debruçado em posição pouco nobre sobre cavalete. Pra tudo isso há técnicas, pois são métodos de tortura: o uso de cera líquida, em especial a de abelha, em mucosas anal e vaginal pode ser arriscado. Há partes do corpo em que não se pratica o spanking sobre risco de lesar órgãos.
ACM, que no mundo baunilha é jornalista e advogado, é especialista em bondage. Nos anos 90 foi estudar e trabalhar em Amsterdã, onde aprendeu a construção dos nós assimétricos que povoam o imaginário: quem não se lembra da personagem Penélope Charmosa, do inocente desenho infantil, amarrada e imobilizada sobre trilhos do trem por conta das façanhas do malvado Tião Gavião? Nos anos 50, o produtor norte-americano irving Klaw fotografou, para a capa da revista Playboy, pin-ups amordaçadas em poses de bondage. Sem falar no shibari ou kinbaku, amarrações no estilo oriental que remetem à era feudal e à história dos samurais. Nele, a dorei (submissa) fica com o corpo marcado pelas cordas de sisal bem apertadas. Funcionam como tatuagens momentâneas, assinadas pelo dono.
{alessa} _ SD: prazer pela submissão
{alessa} _ SD: prazer pela submissão
Amante do fetiche, ACM afirma que as consequências de imobilizações e amarrações malfeitas podem ser fatais. “Não se brinca com cordas ao redor do pescoço. é necessário conhecimento para evitar o estrangulamento.” Nó cego, nem pensar. Em se tratando de cordas, correntes e algemas, uma faca afiada ou chaves devem estar ao alcance da pessoa imobilizada, caso aconteça algo com o imobilizador. Não se pratica suspensão de imobilizado sem a supervisão de alguém experiente. A queda pode ser mortal ou gerar traumatismos graves. Sugestão para principiantes: o scarf fetish, amarrações com os suaves e escorregadios lenços de seda.
Gente, mas tudo isto é normal? “Este conceito vem no século 19, quando o poder da Igreja deu lugar à ciência. Do pecado passou-se à doença e assim havia que se encontrar algum mecanismo que explicasse tal critério. Buscou-se isso nas estatísticas: o que não for praticado pela maioria é doença, anormal. O problema é que no sexo há muitas variáveis a considerar”, avalia Rodrigues Júnior.
A psicanalista Marina de Resende Lemos considera que todos temos algum grau de sadismo e fantasias masoquistas. “A primeira coisa que queremos é agradar o outro e muitas vezes nos colocamos como objeto.” Mas pontua que a linha divisória entre perversão e fantasia é tênue. Até mesmo Freud ficou às voltas por anos com a questão: por que um indivíduo quer ser levado ao limite? Serão o sexo e o cotidiano dos baunilhas tão maçantes assim?
Na opinião de Maria Submissa, 57 anos, psicóloga, jornalista e três filhos do primeiro casamento, batizada por Senhor Darius, que ela reconhece como seu dono, como {alessa} _ SD, não se trata disso. É, sim, a oportunidade de realizar-se na essência, ter um companheiro que não só a entende, mas a estimula a ser como é. “A submissa, mesmo não sendo masoquista, deseja manifestar submissão emprestando o corpo para o prazer do dono.” Por isto, em certas ocasiões usa coleira (assim como um cachorro) e até dorme com ela caso Darius mande. Se posta de joelhos com as mãos para trás, beija-lhe os pés em sinal de respeito e, algumas vezes, no chão, trata-o por Senhor.
“Eu o amo muito e estamos juntos há um ano e meio. Neste tempo, meu treinamento foi voltado para o combate à minha impaciência e geniosidade.” Nem sempre os castigos por má conduta levam a dores físicas: podem relacionar-se ao sofrimento psicológico, quando, por exemplo, vê-se privada do carinho e atenção do dono. São medidas repreensivas e educativas. Entre as práticas favoritas de Maria estão o spanking, bondage e o dogplay (jogos de cachorro, em que adquire comportamento de animal de estimação e atende ao chamamento de cadela).
Fala que se sente protegida pelo dono e para esta entrevista teve que pedir-lhe autorização; ele esteve a seu lado enquanto respondia. “Ser submissa é uma experiência única para mim, que se renova a cada superação de limite, a cada dificuldade vencida, a cada gesto de dedicação que faço e é reconhecida como demonstração de minha entrega. Entendo que a relação BDSM envolve aspectos que uma relação baunilha não abarque, como punições físicas e o adestramento, mas é esta diferença que me atrai e sempre busquei.”
Como falamos muito em cordas, amarrações e nós, ao final desta leitura minha cabeça está torcida tentando entender este universo. E a sua?

DICIONÁRIO BDSM

 
Bondage: atividades de imobilização com cordas, lenços, algemas de couro ou metal, tornozeleiras, spread bar (barras de alargamento que servem para manter pernas e braços abertos). As cenas de bondage remetem ao cativeiro. Imobilizações ou amarrações são feitas do tórax para baixo
Cages: Gaiolas que podem ser de metal ou madeira grandes o suficiente para acomodar uma pessoa
Cinto de castidade: Aparelho fechado por cadeado ou outro dispositivo que as mulheres usavam, principalmente na Idade Média, com finalidade de impedir relações sexuais. Dentro do BDSM, normalmente são de couro ou metal não oxidante. Para os submissos homens existe equipamento que envolve o pênis e torna a ereção extremamente dolorosa
Coleira: Símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Pode ser utilizado como equipamento em imobilização
Cruz em x ou cruz de santo André: Cruz em forma de x, com argolas em todas as extremidades. Utilizada para imobilizar o escravo(a)
Masoquismo: Gosto erótico pela dor, humilhação em ser dominado(a)
Palmatória: Pedaço de madeira ou borracha, pesada, às vezes furada, similar a uma raquete de pingue- pongue, mas ligeiramente afilada, utilizada para spanking
Ponyboy: Submisso treinado para agir e se comportar como cavalo
Sadismo: Denota a excitação e prazer provocados pelo sofrimento alheio
Spanking: Nome utilizado para o ato de bater, principalmente na região das nádegas. Não confundir com violência física. Nenhum submisso(a) aceita a ideia de que para entregar- se deve apanhar. O spanking visa o prazer mútuo e é forma de potencializar o desejo. Envolve bater com as mãos, chicote, chibata, vara, chinelo ou palmatória. Nas palmadas, não é a força que importa, mas ritmo e constância. Rosto e pescoço são áreas proibidas em virtude da quantidade de tecidos e órgãos que podem ser lesados (olhos, nariz, boca, cabeça)
Suspensão: Técnica de imobilização onde o peso do(a) submisso(a) é totalmente ou parcialmente suspenso por algemas e tornozeleiras especiais
Fonte: Portal Desejo Secreto

HISTÓRIA DO BDSM

 
  • 1918: Lançamento da revista London Life, a primeira comercial com refe- rências fetichistas. Nas páginas são veiculados os primeiros anúncios de encontros e festas privadas
  • 1946: Revista Bizarre, cujo conteúdo era voltado para o bondage e o sadomasoquismo. Distribuída em clubes e ambientes sadomasoquistas
  • 1951: Fundado, em Nova Iorque, o primeiro clube reconhecidamente sadomasoquista: Shaw’ s
  • Nos anos 60 e 70: A Europa assiste o surgimento das associações sadomasoquistas: grupo Berlin, na Alemanha, Sixty-nine Club, na Inglaterra, VSSM, na Holanda, Boys Cuir France, na França e MSC, na Bélgica
  • 1969: Primeira festa pública na cidade de Colônia, na Alemanha, que reúne mais de 100 pessoas
  • 1971: Proliferação de grupos ao redor do mundo que passam a reunir até 400 pessoas cada. Na Europa começam a ser reconhecidos os switchers, indivíduos que têm prazer em dominar e também ser dominados
  • 1987: Fundado o grupo alemão Sündikat Hamburg, que desenvolveu intensa atividade social e editorial. Realizaram a primeira grande festa S/M européia, na galeria Abriss, em Hamburgo, reunindo mais de 700 pessoas. Nos Estados Unidos são contabilizados cerca de 2 mil grupos S/M e na Europa 180
  • Década de 90: a partir daí intensifica-se o desenvolvimento de casas, clubes, associações e literatura do gênero. E também foi criado o grupo de discussão ALT. SEX, na internet. A sigla BDSM populariza-se. A interação entre praticantes e interessados torna-se mais dinâmica. É farto o material de pesquisa

Sexo na terceira idade – vovô tarado ou vovó safada ?

Sexo na terceira idade – vovô tarado ou vovó safada ?

000Não há idade para o sexo, ou seja, homens e mulheres saudáveis podem se manter sexualmente ativos por toda a vida. Segundo os especialistas, o preconceito e a falta de informação atrapalham o desenvolvimento da sexualidade na terceira idade, não existe o vovô tarado ou a vovó safada só porque gostam de sexo. Há mudanças físicas, sim, mas elas não são as responsáveis pelo fim da intimidade entre o casal. Na avaliação dos sexólogos, as barreiras são socioculturais, ou seja, a idéia de que o sexo é privilégio dos mais jovens e que não pode fazer parte da idade madura. Para quem tem essa visão, aos mais velhos cabe o amor platônico, pré-adolescente.
No homem, diferentemente da mulher, existe um período subsequente ao orgasmo que é o período refratário, onde o homem não é capaz de vir a apresentar uma resposta sexual completa, apesar da presença do estímulo sexual. Nesse caso, na maioria das vezes ele não apresenta uma ereção ou, se esta estiver presente, não virá acompanhada de ejaculação. Este período refratário é bem maior no homem idoso. Pode durar minutos, horas ou dias.
Observa-se que, quanto maior a atividade sexual do adulto, menor seria seu período refratário na velhice.  “O segredo é praticar muito pra uma velhice tranquila”
É claro que as necessidades sexuais do idoso são diferentes das do jovem, pois as pessoas mais velhas vivem outro momento da vida, prezam mais a intimidade com seu companheiro ou companheira do que, por exemplo, a freqüência das relações sexuais. O sexo entre pessoas mais velhas é muito natural e importantíssimo para manter a qualidade de vida, pois ajuda a perder peso, melhora o apetite e a digestão, além de favorecer a circulação sanguínea. Ou seja,não há contra-indicações.
A penetração é apenas uma forma de usufruir dos prazeres sexuais que a natureza nos proporcionou. Mesmo que o homem perca a capacidade de ereção, as suas mãos e o tato são uma fonte eterna de prazer, raramente perde-se a habilidade em usá-las e pesquise as zonas erógenas.
Hoje a medicina está muito avançada e todos podem usufruir dessas novas alternativas. Deve-se sempre buscar opinião médica, pois assim teremos uma recuperação da atividade sexual melhorando a qualidade de vida, o humor, estimulando o desempenho do cérebro e prolongando a vida.