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11 janeiro, 2012

Como fazer um homem perder a cabeça na hora do sexo


Se há algo que uma garota boa de cama precisa ter, é uma marca registrada na cama – uma manobra original, que a torne inesquecível, a ponto de o namorado nunca mais querer saber de outra. Pode ser um jeito especial de beijar ou de fazer sexo oral nele. Para ajudá-la a bolar uma performance personalizada, arrancamos de sete mulheres sua técnica peculiar – as idéias, aliás, são tão criativas que poderiam ser patenteadas. Nós ainda perguntamos aos respectivos namorados por que a tática os leva à loucura. Leia, aprenda nossas dicas quentes e se inspire…
Língua atrevida
“Tenho um truque com a língua que faz o meu namorado pirar. Começo com um beijo sensual e demorado, durante o qual deslizo lentamente a minha língua para dentro e para fora da boca do Tom, que vai ficando bem excitado. Lá pelas tantas, puxo minha língua para trás, bem devagar, como se quisesse parar tudo. Aí dou lambidas no lado de fora dos lábios dele, atraindo-o para dentro da minha boca. Assim que ele põe a língua lá, eu a envolvo completamente e passo a sugá-la – primeiro com movimentos lentos e gentis, depois com outros rápidos e mais firmes. Em seguida, retomo nosso beijo-padrão e volto a sugá-lo por uns minutos. A respiração do Tom se torna ofegante e ele começa a me puxar para perto, o mais que pode. Minha performance é sugestiva: ele deve imaginar que estou dando aquela atenção toda ao pênis, não apenas beijando-o. Fico muito excitada deixando-o a mil.”
Por que ele enlouquece – “É um jeito diferente e muito especial de beijar. Sempre que a Joana começa a passear com a língua pela minha boca, naquele ritmo suave, próprio dela, é ereção na certa. Fico tão excitado que torço para que seus lábios corram imediatamente lá para baixo. Por sorte, a Joana lê meus pensamentos e, quando não posso mais agüentar, ela me faz subir pelas paredes com um delicioso sexo oral.”
Boca gelada
“Descobri um jeito de transformar o tradicional em uma surpresa supersexy. Li uma vez que mudanças repentinas de temperatura nos pontos mais sensíveis de um homem podem provocar sensações diferentes e excitantes. Então, agora, vira e mexe levo um copo de água gelada para o quarto e, antes de fazer sexo oral, paro para dar um gole. Me ajoelho na frente do Beto, que fica em pé, inclino a cabeça para trás, para manter o líquido perto da garganta, e ponho o pênis na boca.
Na primeira vez, nós estávamos totalmente no escuro, o que tornou tudo ainda mais inesperado. Na hora H, ele até gritou ‘Uau!’ Um pouco da água escorreu para fora da minha boca, mas nós estávamos nos divertindo tanto que nenhum dos dois se importou. O que mais amei foi proporcionar ao Beto sensações tão inéditas. Me senti como se fosse a parceira sexual mais moderna e atualizada do planeta. Desde aquela noite, esse truque virou parte do meu repertório. Mas não o uso sempre, para não perder a graça da surpresa.
Por que ele enlouquece – “Quando ela vem com a água gelada, ondas deliciosas de prazer se espalham por todo o meu corpo. Porém, o melhor é sentir a água esquentando dentro da boca da Ana, como se nós estivéssemos fervendo juntos. Parece que estou sendo sugado dentro de uma banheira.”
Unhas afiadas
“Meu jeito de fazer sexo oral sempre leva o Jaime ao delírio. Quando estou trabalhando lá embaixo, deslizo suavemente minhas unhas pelo escroto e pela dobrinha entre as coxas e a virilha. Nos primeiros segundos, vou bem de leve, o mais suave que puder, para que ele se acostume à sensação – e o pênis comece a endurecer. Só então aplico um pouco mais de pressão (é claro que nunca arranho pra valer!), correndo a ponta lisinha das unhas para a frente e para trás. Faço o mesmo com o pênis, passeando pela base e, sempre que não está dentro da minha boca, por todo ele. Às vezes ainda acaricio os testículos quando o Jaime está prestes a gozar. Sempre consigo deixá-lo nas nuvens. Acho que a maioria das mulheres tem medo de usar as unhas numa área masculina tão delicada. Por isso, quando vi que era mestre nessa arte, me senti o máximo. É verdade: foi como descobrir uma nova ferramenta sexual que só eu sei manejar. Quer melhor?”
Por que ele enlouquece – “Todo homem fica inquieto quando vê algo pontiagudo numa distância perigosa dos testículos. Mas essa é uma situação especial. É que a Alice começa de uma maneira realmente suave e sabe como e quando aumentar a pressão e a velocidade. Ela entende da coisa, sabe? De qualquer forma, admito que é uma manobra um tanto arriscada – o que torna isso ainda mais excitante. Uma unha mal colocada poderia causar estragos e pôr tudo a perder. Ainda bem que a Alice nunca cometeu um erro sequer.”
Rala-e-rala
“Quando estamos excitadíssimos e o Mateus já vem para me penetrar, faço-o parar, deixando que apenas a ponta do pênis toque meus lábios vaginais. Aí pego o membro já enrijecido nas mãos e começo a movimentá-lo sobre meu clitóris. Essa manobra é perfeita para mim, porque não sou capaz de atingir o clímax sem uma boa estimulação clitoriana. Se faço isso, minha excitação é tanta que sempre tenho um orgasmo explosivo. Mas o Mateus também gosta da tática. Ele sempre me diz que a sensação de estar dentro de mim é mais intensa quando o faço esperar dessa forma.”
Por que ele enlouquece – “Acho uma delícia olhar o rosto da Raquel, com um malicioso sorriso nos lábios, enquanto me provoca. Fui apresentado a seu método particular na nossa primeira vez e admito que fiquei apreensivo, imaginando se iríamos ou não ter a penetração propriamente dita. Agora que sei que vai rolar, fico a ponto de explodir de tesão.”
Pés posicionados
“Arranjei um meio de tornar nossas transas ainda mais espetaculares. Quando fico por cima do meu namorado, planto meus pés na cama, ao lado dos quadris dele. Então, balanço meu bumbum, mantendo o Leo dentro de mim. Com os pés ancorados, controlo melhor a profundidade e o ângulo da penetração e consigo me alavancar com maior facilidade. Posso também posicionar o corpo de modo a estimular meu ponto G, o que para mim significa orgasmos poderosos. De quebra, deliro assistindo ao pênis entrando e saindo, enquanto meu gato se contorce de prazer.”
Por que ele enlouquece – “A Maria provou que não lhe falta imaginação erótica: transformou a manjada posição da mulher por cima em uma coisa loucamente excitante. Grande parte do meu prazer é a visão. Posso ver a parte interna de suas coxas e tudo que está entre elas. É o paraíso!”
Quadris suspensos
“Se estou por cima, espero a transa ficar quente para levantar meus quadris sem aviso prévio, de modo que o pênis do Nelson venha todo para fora. Mantenho a pausa por uns instantes, antes de voltar para baixo e deixá-lo entrar em mim novamente. Acho a primeira estocada, o instante em que o pênis invade a área, um dos melhores momentos da penetração. Com a minha tática, podemos repetir a dose de novo e de novo… Além disso, crio um suspense bem gostoso.”
Por que ele enlouquece – “O contato entre o pênis e a umidade das coxas dela me deixa bem louco. Não é só: depois de ter desfrutado o prazer de estar lá dentro e ser repentinamente privado disso, experimento a sensação de penetrá-la várias outras vezes – quantas agüentarmos. Adoro!”
Corpo fechado
“No sexo, gosto mais do papai-e-mamãe. Porém, quando quero variar um pouco, empurro o Carlos e me deito sobre ele, de modo que cada parte do meu corpo permaneça tocando o dele. Minhas pernas ficam bem fechadas e repousam diretamente sobre as dele. Ainda seguro suas mãos acima do nível da cabeça, descansando meus cotovelos sobre os dele. Aí ganho apoio suficiente para mexer meus quadris para cima e para baixo. O fato de manter as minhas coxas superpróximas faz parecer que sou bem estreitinha – e nós adoramos isso. Sem falar que a brincadeira dá um bônus emocional. Eu e o Carlos estamos saindo há pouco tempo. O contato tão completo dos corpos, com nós dois nos olhando o tempo todo, dá uma sensação de grande intimidade – com isso, a relação passou para outro estágio.”
Por que ele enlouquece – “Sempre que fazemos essa penetração à la sanduíche, com os seios dela bem em cima do meu peito e os braços prendendo os meus, mal posso segurar o gozo. Quando a Amélia começa a se movimentar sobre mim, indo para cima e para baixo, perece que estou pegando fogo. Ainda há um bônus: como as pernas não ficam abertas, sinto o meu pênis deliciosamente apertado durante toda a transa. Nunca havia experimentado tanto prazer antes.

10 janeiro, 2012


COMO é o ORGASMO FEMININO?

Vou fazer algumas considerações fisiológicas, padrão, uma vez que cada mulher pode ter reações próprias, na hora de um orgasmo. Entretanto, sob o ponto de vista orgânico, espera-se algumas reações corporais, que fazem com que o orgasmo feminino:

§        se inicia com fortes e rítmicas contrações involuntárias da plataforma orgástica (a terça parte externa da vagina) e do útero.

§        o rubor sexual atinge o seu ponto máximo (os lábios vaginais ficam intumescido e mudam de cor).

§        o clitóris fica ereto e sensível ao toque, colaborando para o prazer e a chegada do orgasmo.

§        é possível haver contrações involuntárias do esfíncter retal, o que leva, em algumas mulheres, a sensação de dores no ânus, após o orgasmo.

§        os batimentos cardíacos aceleram-se, a pressão sanguínea e o ritmo da respiração também chegam ao ponto máximo.

§        inicia-se a perda do controle muscular voluntário (em algumas mulheres pode-se observar a contração de grupos de músculos no rosto, nas mãos e nos pés.

O orgasmo feminino pode ser produzido pela estimulação clitoriana ou vaginal, ou por uma combinação de ambas.  Essa estimulação pode se dar por auto-erotismo (masturbação), sexo oral, sexo com penetração vaginal, sexo anal, pelo uso de vibradores ou consolos).

O orgasmo feminino NÃO é igual ao do homem. As mulheres podem gozar pela estimulação apenas do clitóris, pela estimulação da vagina (mais raro), pela estimulação de ambos e pela estimulação anal. Geralmente, após orgasmo, uma mulher pode gozar novamente, se for devidamente estimulada e se ela estiver com desejo. Ao contrário dos homens que precisam de um certo tempo para se recuperarem.

 

TODAS as MULHERES GOZAM da MESMA FORMA?

Não. Embora os estudiosos da fisiologia da resposta sexual feminina descrevam, funcionalmente, alguns fenômenos comuns ao orgasmo feminino, não há um padrão único para que ele ocorra. Quero dizer que, embora hajam reações e sensações biológicas, orgânicas, corporais ... comuns a todas as mulheres, é possível verificarmos peculiaridades e características próprias do orgasmo se expressar, em cada uma de nós. Portanto, não há um modelo único, automático ou definitivo para que o orgasmo se manifeste.

Além desse aspecto pessoal, os momentos e circunstâncias que experimentamos na vida, também são determinantes. O conhecimento sexual pessoal é adquirido ao longo de nossa vida sexual. A expressão prática da nossa sexualidade, ao longo da vida, pode variar e mudar, dependendo do nível de maturidade frente ao sexo, do tipo de estímulo proporcionado pelo nosso(a) parceiro (a), dos níveis de erotização e desejo vividos, do conhecimento e controle dos mecanismos subjetivos da sexualidade (nossas fantasias, por exemplo), da capacidade de entrega aos prazeres do sexo, do desapego aos mecanismos repressores aprendidos pela educação, dos níveis de saúde e bem estar corporal, etc.

Não é possível descrever o orgasmo feminino como um fenômeno único. Cada mulher pode reagir e expressar comportamento próprio:

-         tem garotas que tremem

-         algumas contraem toda musculatura do corpo

-         outras, dão "pulinhos" ritmados

-         há mulheres que tem uma única sensação

-         outras podem ter várias e seqüenciais descargas elétricas

-         tem garotas que riem ... outras choram

Somente a mulher pode dizer e descrever seu orgasmo!

 

MULHER EJACULA?

Algumas mulheres, durante e após o orgasmo, apresentam, em toda a região chamada soalho pélvico (da vagina até o ânus), rápidas e seqüenciais contrações. Em casos em que a mulher está altamente excitada e, considerando as características de cada uma (portanto isso varia de mulher para mulher), o canal vaginal pode se apresentar com grande lubrificação. As contrações vaginais podem fazer com que, durante o orgasmo, ou após ele ter acontecido, o líquido lubrificante escorra para fora, dando a impressão de que a mulher está “ejaculando”.

09 janeiro, 2012

Ejaculações diárias melhoram qualidade de esperma, diz estudo





Homens com problemas de fertilidade deveriam fazer sexo

 todos os dias para aumentar as chances de engravidar as

parceiras, apontou um estudo realizado por pesquisador

es australianos. A descoberta contraria estudos anteriores,

 que defendem que casais com dificuldades de engravidar

 devem se abster de sexo durante vários dias para aumentar a

quantidade de espermas antes de tentar a concepção.

Mas de acordo com uma equipe de cientistas da Universidade

de Sidney, a abstenção sexual pode resultar em

espermatozóides de má qualidade.
Os pesquisadores analisaram 42 homens cujos espermas

tinham uma forma anormal quando observados em

microscópio. Inicialmente, os estudiosos pediram aos

voluntários que ejaculassem diariamente durante sete dias e

compararam esses espermas com amostras colhidas depois

de três dias de abstinência.

Os pesquisadores constataram que, dos 42 participantes, 37

 apresentaram espermas menos deformados ao ejacularem

diariamente. O líder da pesquisa, David Greening

, apresentou os detalhes do estudo durante a conferência

anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva.
Greening explicou que os espermas acumulados durante dias

apresentaram mais deformações porque teriam ficado

expostos a radicais livres durante o tempo em que ficaram

 estocados nos epidídimos, pequenos canais estreitos

localizados nos testículos.
"Os resultados deste estudo piloto mostram que aumentar o

 número de ejaculações pode reduzir as deformações dos


espermas, supostamente por reduzir o tempo em que ficam

expostos aos radicais livres".

Para Allen Pacey, secretário da Sociedade Britânica de

Fertilidade, "a abstinência do sexo resulta numa maior

quantidade de espermas, mas prejudica a qualidade".

"Esta pesquisa mostra que ao colocar os homens num regime

 de ejaculação diária, é possível reduzir as deformações dos

espermas".
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07 janeiro, 2012

Bunda - Paixão Nacional




 
De onde vem o encanto do brasileiro pela bunda? O professor Gilberto Freyre, que estudou nossas raízes sociológicas em Casa-Grande & Senzala, aceitou o desafio de investigar as origens dessa magnífica preferência num ensaio. Por motivos de espaço, transcrevemos os principais trechos e resumimos algumas partes do estudo, erudito, de 26 páginas. Erudito, mas que nem por isso evita a ressonante palavra. Lembra alguns sinônimos, principalmente nordestinos, como bagageiro, balaio, banjo, bomba, bubu, além dos tradicionais rabo, traseiro, popô, rabicó, bumbum, tralalá e outros.

Objetivo, ele não usa apelidos quando vai à História, anota fatos, faz uma análise e tira conclusões: o brasileiro tem suas razões para gostar de bunda. Pode não saber quais, mas tem. Vamos a elas.


Um gosto que nasce no madrugador século XVI

"Inclinados a tal, sob que influências vindas de longe? A esse respeito é bom recorrer-se à fonte de informação do madrugador século XVI, suprida pela própria Igreja através de pesquisas realizadas então, como se estivessem concorrendo para saberes cientificamente sociais pelo santo Ofício em atividades investigadoras no Brasil. Suponho ter sido, no livro Casa-Grande & Senzala, o primeiro a utilizar os resultados de tais pesquisas, em obra acessível ao grande público. Constam essas informações da Primeira Visitação do Santo Ofício a Partes do Brasil pelo Licenciado Heitor Furtado de Mendonça. Surgem, nessas indagações secretas, homens casados casando outra vez com mulatas (talvez do tipo mulher tornada conhecida como "arde-lhe o rabo", decerto por haver se extremado em furor anal), adultos europeus ou de procedência européia pecando contra a natureza, em coitos anais ou através de luxúrias de felação, com efebos, quer da terra, quer da Guiné, participantes, alguns deles, com tal volúpia desses amplexos, que de um deles se registra a exclamação "quero mais".

A participação nesses coitos da gente da terra parece indicar, de ameríndios, presentes em contatos madrugadores com europeus, terem sido, eles próprios, dados à sodomia ou à pederastia, com o abuso de bundas já então praticado, quer por europeus em não-europeus, quer -- é possível -- em reciprocidades volutuosas eurotropicais: euro-ameríndias e euro-afronegras. Pode-se concluir de mulheres indígenas, desde esses dias, terem revelado preferências, para contatos sexuais com portugueses, por aqueles motivos priápicos já alegados pelo severo Varnhagen: os portugueses, em confronto com machos indígenas, teriam se revelado mais ardorosamente potentes. Sabe-se por alguma observações antropológicas confiáveis, de homens de culturas primitivas precisarem, em vários casos, para efeitos de procriação tribal, de festas excitantemente sexuais, que os levem a atos procriadores, é claro que acompanhados de gozos. Atos e gozos, entretanto, mais provocados que espontâneos, embora as investigações do Santo Ofício documentem ocorrência de receptividade de indígenas a práticas, já por indígenas conhecidas, em que o coito anal teria se verificado.


Das afronegras notáveis por suas bundas e dos ardores patriarcais


(...) Não há evidência alguma de mulheres indígenas terem se feito notar, como aconteceria com mulheres de origem afronegra, introduzidas na colônia, desde o século XVI, por nádegas notavelmente protuberantes ou por bundas salientemente grandes. E, por essas saliências, sexualmente provocantes do seu uso, e até do seu abuso, em coitos de intenções mais voluptuosas. Ao tamanho das nádegas, desenvolveu-se, é de supor, a tendência, quase folclórica, entre brasileiros, de associarem-se os chamados cus de pimenta ou rabos ardorosos, já presentes em referências em registros das investigações do Santo Ofício.

Entretanto, é preciso não resvalar-se na simplificação de atribuir-se a presença, entre mulheres brasileiras, de bundas grandes, com ou sem essas conexões, à presença de afronegras notáveis por tais protuberâncias de nádegas. Mas é preciso atentar-se no fato de mulheres tipicamente ibéricas, inclusive portuguesas, presentes na colonização do Brasil, terem quase rivalizado, por vezes, com afronegras, em tais protuberâncias de nádegas. Num livro notável, (...) The Soul of Sham (Londres, 1908), o mestre em sexologia, Havelock Ellis, lembra dos por Deniken classificados como do tipo antropológico iberóide serem em geral morenos de uma pigmentação de um encanto estético chamado por Gauthier, referindo-se especificamente às telas espanholas de Málaga, de um "dourado pálido" (...)

E as mulheres? De modo geral, superiores aos homens, afirma Ellis.O que viria sendo confirmado pela sua maior autenticidade como expressões de tipos nacionalmente ibéricos. E especificando seus característicos antropologicamente físicos à base dos sociais: quando jovens, tendentes a delgadas, embora com bustos e ancas -- bundas, portanto -- já desenvolvidos. Protuberâncias acentuadas com a idade madura. A idade, em mulher bonita, a associar-se a gordura. E à gordura, juntar-se, segundo Ellis, "maior amplitude e acentuação de ancas em relação com as demais partes do corpo".

Para o ideal feminino predominante no Brasil patriarcal, de "gorda e bonita", é de se supor ter concorrido influência árabe, contra a qual teriam se oposto, no século XIX, influências romanticamente européias. (...) Um ideal, o de sinhazinha adolescente, quase menina e, de tão delgada, quase sem bunda e de seios virginalmente discretíssimos, mãos e pés ostensivamente pequenos. Outro ideal, o de sinhadona de meia -idade, gorda, ostensivamente bem nutrida, dignamente bunduda, apta ao desempenho de mulher, mãe de sucessivos filhos e a cujo físico não faltavam bundas mais dignamente maternas que provocantemente sexuais. Pois para a satisfação de ardores sexuais o macho patriarcal brasileiro tinha, aa seu dispor -- por vezes defrontando-se com ciúmes de esposas ciosas de seus direitos conjugais --, escravas, mucamas, morenidades em vários graus de mulheres. Isto, dentro da reciprocidade casa grande-senzala. Miscigenadas, como se a miscigenação se fizesse através de experimentos antropologicamente eugênicos e estéticos. Experimentos que permitissem que fossem com que graduadas saliências de bundas, evitando-se os exageros africanóides.


Do andar afrodisíaco das bundas ondulantes à anfíbia Roberta Close
E aqui é preciso que se volte à observação de Havelock Ellis, quanto a uma das superioridades da mulher ibérica sobre as ortodoxamente européias estar na assimilação, pela ibérica, de remota influência africana do andar, como se dançasse. É um movimento de bundas bastante amplas -- especifique-se -- para permitirem essa ondulação como que -- sugira-se -- afrodisíaca de andar.

A grande número de mulheres brasileiras, a miscigenação pode-se sugerir ter dado ritmos de andar e, portanto, de flexões de nádegas, susceptíveis de ser considerados afrodisíacos. Atente-se nesses ritmos, em cariocas miscigenadas, em confronto com as beldades argentinas que o observador tenha acabado de admirar. Os ritmos de andar da miscigenada brasileira chegam a ser musicais, na sua dependência de bundas moderadamente ondulantes. Para Havelock Ellis, o andar da mulher mais tipicamente ibérica, em contraste com a da ortodoxamente européia -- em grande número de casos, acrescente-se a Ellis, como que calvinistamente proibida, em sua maneira de ser femininamente elegante, de ter bunda ostensiva -- teria alguma coisa de graciosa qualidade de um corpo felino inteiramente vivo.

O homem médio brasileiro não pode deixar de ser sensível à imensidade de provocações que o rodeiam. Não tanto ao vivo, como por meio de anúncios de revistas ilustradas, que se vêm esmerando na utilização de reproduções coloridas de bundas nuas, como atrativos para uma diversidade de artigos à venda. Há,no Brasil de hoje, uma enorme comercialização da imagem da bunda de mulher em anúncios atraentes. Estéticos uns, alguns lúbricos. Também se vem fazendo esse uso na televisão. E, sonoramente, em músicas apologéticas da beleza da bunda de mulher. O sexo da mulher vem, através dessa comercialização da bunda em anúncios, quase perdendo, em publicidade apologética, para esse nada insignificante rival, no Brasil.

Ainda agora, a propósito da anfíbia Roberta (Close), vem se destacando dela, como qualidade feminina, ter "bunda grande". À "bunda grande" se contrapõe, no Brasil, como negativo sexual, e até eugênico e estético, a "bunda murcha", a "bunda seca", a "bunda magra". Pois o ideal árabe de mulher bonita, ser gorda, ainda não foi superado de todo, no Brasil, pelo ideal de mulher secamente elegante, desde a chamada flapper, da década de trinta: mulher delgada e como se fosse rapaz. Quase sem bunda!


Da teoria à prática ou de como as ditas polacas entram nesta história
Perdendo em anúncios e tendendo a bunda a um tão bom como tão bom em práticas de coito, não é raro, entre brasileiros atuais, a alternativa: o gozo anal tendendo a alternar, para não poucos homens, com o chamado papai-mamãe, que seria o encontro do pênis com a vulva.

Por algum tempo foi a bunda o chamariz, da parte de mulheres da vida, do tipo chamado indistintamente polaco, em ruas de ostensiva prostituição comercial, a homens ao alcance de suas vozes, que consideravam cansados de coitos conjugais monotonamente normais. Tais mulheres anunciavam deixarem-se enrabar ou a praticar o sexo oral.

Assinale-se que, ao começar a haver, em Mangues, tais ofertas, parece ter havido não pouca repulsa da parte de mulatas mais castiçamente brasileiras, a homens que lhes propuseram facilitar-lhes tais substitutos de coitos convencionais. Que fossem se acanalhar com polacas! O que não parece ter impedido de as alternativas virem sendo adotadas por brasileiras de cor, com as bundas avantajadas sendo cortejadas por homens inclinados a esse tipo porventura mais carnal de coito.


Da bunda como inspiração estética nas artes plásticas


Ouvi, em Sussex, do escultor Henry Moore, que os olhos do artista, para criarem esculturas, precisavam não só de ver, como, pelo olhar, apalpar o que viam com vontades de esculpir. O que evidentemente reforça a sensualidade das esculturas, quando de mulheres nuas, dando-lhes maior apelo sexual: o de uma intensidade que não chega a ser lúbrica para ser sexy. Impressionista, Moore? Para lá desse ismo. Mais expressionista que impressionista. Mas na verdade, também, além desse outro ismo.

Para o arquiteto finlandês Eliel Saarinem, em Search for Form, (N.Y., 1948), nenhum desses ismos pioneiramente destruidores de convenções das chamadas naturalistas deixou de representar impulsos de criatividade diferentes em artistas inovadores. Diferença, inclusive, de perspectivas do nu de mulher, como desafio, quer de forma, quer de cor. O que inevitavelmente veio a tocar em morenidades ecológicas, condicionadas por sóis e calores tropicais. E a produzir pintores especializados em dar destaque a bundas de mulheres morenas. Um deles, de modo notável, Emiliano di Cavalcanti.

Bundas, porque, mais do que faces ou partes superiores de corpos, elas permitem ao pintor dar ênfase estética a curvas femininas. É em nádegas que esses curvas esplendem, irradiando suas maiores provocações, além de estéticas, sensuais. Foi pioneiro em fixá-las o exotista ou tropicalista Gauguin. De onde outros ismos em criações pictóricas em torno de corpos de mulheres, isto é, de formas diferentes das olimpicamente, apolineamente, estaticamente clássicas. Inclusive o muito dionisíaco primitivismo, pretendendo juntar, à apresentação de bundas como partes aliciantemente belas de corpos de mulher, uma perspectiva como que -- paradoxo -- maliciosamente inocente.

As bundas de mulatas célebres de Di Cavalcanti não estão nesse caso. Nem elas nem as das pinturas criativamente inclassificáveis como istas de Cícero dias, de que emergem mulheres nuas ostentando mais bundas desacompanhadas de pêlos do que sexos com pentelhos ramalhudos. Aliás, a miscigenação brasileira tornou-se tão vasta, que as bundas de mulheres do Brasil constituem, talvez, a mais variada expressão antropológica de uma moderna variedade de formas e nádegas, com as protuberantes é possível que avantajando-se às menos ostensivas.


De como a bunda cintila na Literatura e vira anseio
no Carnaval de Chico Buarque



Na literatura brasileira, que autor pode ser destacado como tendo dado especial relevo ao liciante assunto? Impõe-se recordar do lúcido modernista de 22, Oswald de Andrade, que, em página de novela com alguma coisa de autobiográfico, confessa: "e enrabei Dona Lalá". Em versos, também modernistas, Manuel Bandeira refere-se a "genipapo na bunda". E em Evocação do Recife dá a entender das lindas recifenses, que viu, com olhos de menino, nuinhas, a se banharem no então também lindo e limpo Capibaribe, que entre as partes de seus corpos mais causadoras do seu alumbramento estavam as bundas.

É curioso que, no seu excelente Ensaios de Antropologia Estrutural (Petrópolis, 1977), o professor Roberto da Matta, ao considerar o Carnaval brasileiro como "rito de passagem", destaque ser a rainha do carnaval "sempre uma vedete de formas perfeitas". E sua bunda? É parte ou não dessa perfeição? Se, como recorda de música de Chico Buarque, o típico brasileiro carnavalesco espera "o Carnaval chegar" para "pegar em pernas de moças", como não destacar-se seu ensejo maior de apalpar bundas de mulher?


O texto acima foi extraído da revista Playboy nº.113, de dezembro/1984, sob o título de "Uma paixão nacional".

06 janeiro, 2012

Por que homens gostam mais de mulher com a bunda grande?

Pois é, as mulheres fazendo dietas malucas para emagrecer e os homens gostam mesmo é das avantajadas. E não são só eles que preferem mulheres com curvas. Macacos também apreciam traseiros grandes. É um sinal universal de fertilidade. Centenas de culturas, da antiguidade até hoje, sempre manifestaram preferência por fêmeas com quadris 30% maiores que a cintura: a clássica mulher-violão. A nossa preferência nacional (e internacional) se justifica.

Quanto mais largo é o quadril, maior é o canal do parto, o que facilita na hora de ter filhos. Antes de inventarem a cesariana, a taxa de crianças que morriam por não conseguirem passar por esse canal era muito alta. Há outros fatores também envolvidos. Para o autor de livros sobre relacionamentos, Joe Quirk, a gordura é a essência da feminilidade. “Diferentemente do que muitas mulheres pensam, homens não compram revistas masculinas para ver modelos magrinhas. Os homens babam pelas mulheres com todas as gordurinhas nos lugares certos: peitos e quadris.”

05 janeiro, 2012

A olhadinha que não arranca pedaço



Espero não ser levado a mal pelas leitoras, mas…
Você, cueca de plantão e leitor assiduo do AVS, o que você acha daquela gostosa que trabalha na baia ao lado? E a secretária “boazuda” que passa pra lá e pra cá a caminho da sala do chefe? Pois é… Mulheres do seu dia-a-dia, que poderiam até passar despercebidas, mas… Aposto que já deu sua olhadinha.

Olha só o cara quebrando o pescoço pra olhar essa MILF! / Imagem: San Diego Shooter, no Flickr
A coisa mais correta que poderia ser dita sobre o sentimento existente entre homens e mulheres é o de caça. Independente do sexo (ou opção sexual), estamos sempre espreitando a nossa recompensa.
Mas a questão aqui é: o que as mulheres fazem ou precisam fazer para chamar a atenção dos homens? Muitos irão ler isso e dizer: uma roupa insinuante e/ou decotada. Se você que leu a minha pergunta pensou dessa forma, acho que é caso de tomar um banho gelado e pensar direitinho.
Se fosse dessa forma a Geisy Arruda teria sido aclamada como a Musa da Uniban e garotas de programas nunca ficariam sem o seu ganha-pão. Posso parecer meio taxativo, mas estou apenas tentando mostrar um ponto de vista.
Conheço vários homens que não podem ver um rabo de saia passando que torcem o pescoço de tal maneira que me admiro deles não terem um torcicolo daqueles. Da mesma forma que existem homens que usam óculos escuros, até mesmo em dias sem sol, com o único intuito de não deixar passar aquela olhadela, mesmo ao lado da namorada/ficante/whatever…
Aí volto a questão: o que é necessário para uma mulher chamar a atenção do homem? O que mulheres como Shakira, Scarlet Johansson, Angelina Jolie, Penelope Cruz têm de tão impressionante que fazem os homens babarem?

O que será que será?!

Uma coisa que eu percebo que faz com que homens prestem mais atenção numa determinada mulher é a cor da roupa. Tons mais quentes tendem a atrair mais a maioria dos olhares masculinos, enquanto tons mais frios podem fazer uma mulher bonita passar desapercebida. Uma roupa mais justa, não necessariamente lycra, muitas vezes atrai o olhar curioso do homem, mesmo que a mulher não seja um diva.

Eles só pensam n'aquilo?! / Imagem: Professor Bop, no Flickr
A verdade é que existem inúmeros motivos para fazer um homem notar uma ou outra mulher transitando pela cidade. Um decote generoso; um belo par de pernas um pouco mais a mostra; um vestido frente unica; mas acho que uma das coisas que mais atrai um homem é o mistério.
Imagine que aquela menina quietinha, que trabalha ao lado da cobiçada do setor e que se veste sempre com um terninho sóbrio, é na verdade uma mulher que adora um lingerie insinuante e, longe do escritório, decotes que favoreçam seus dotes. Há tanto escondido sob o terninho, capaz de fazer um homem ficar ofegante em meio àquele sexo digno de Sodoma e Gomorra.
Consegue imaginar? Não? Então passe a prestar mais atenção nas mulheres ao seu redor. Quer dizer… Isso se você já não faz, é claro!

04 janeiro, 2012

Cara ou bunda? O que os homens escolhem?

Cara ou bunda? O que os homens escolhem?


Se você é mulher e quer arrumar um namorado, mas passa o dia na academia malhando, tentando ficar com o corpo perfeito ou passa horas nas lojas gastando muito dinheiro, saiba que você está investindo seu tempo e sua grana no lugar errado.





Uma pesquisa realizada pela Universidade do Texas com mais de 200 homens revelou que na hora de escolher uma mulher para um relacionamento mais sério, os homens não dão muita importância para um corpo perfeito, eles preferem um rosto bonito.





Isso ocorre por que o rosto da mulher reflete sua fertilidade, por isso o instinto masculino “desperta” quando vê uma mulher bonita e com aparência saudável. Por esse motivo os homens têm uma tendência natural  a quererem mulheres bonitas para namorar e casar, em vez das gostosas.





O que primeiro atrai os homens em uma mulher? O rosto bonito ou o corpo em forma? A resposta depende. Segundo uma pesquisa da Universidade do Texas, quando o homem busca uma relação a curto prazo, ele repara no corpo.





Se ele está atrás de uma relação a longo prazo, como um namoro ou até casamento, o rosto da mulher vira o foco de sua atenção.





De acordo com o estudo, as mulheres se interessam primeiro pelo rosto de um possível parceiro mesmo quando estão em busca de relacionamentos curtos.





A pesquisa, publicada na revista científica Evolução e Comportamento Humano , buscava entender a relação de preferência entre corpo e rosto no imaginário masculino. “Existem termos pejorativos para mulheres que têm o corpo bonito e o rosto feio, e isso estimulou nossa pesquisa sobre como a atração corporal difere da atração facial”, explica a psicóloga Jaime Confer, co-autora do estudo.





Os pesquisadores mostraram para 375 estudantes universitários uma representação de uma pessoa do sexo posto cujo rosto e corpo estavam escondidos. Metade dos participantes foi instruída a avaliar as imagens como um parceiro em potencial a curto prazo e a outra metade foi orientada a considerar a imagem como um parceiro em potencial para uma relação duradoura. Eles só poderiam descobrir o rosto ou o corpo da imagem, não as duas partes.





Os resultados mostraram que 51% dos homens que deveriam ter a relação curta, de apenas uma noite, decidiram olhar para o corpo na imagem. Por outro lado, 75% dos homens instruídos a ter uma relação duradoura decidiram olhar para o rosto nas imagens escondidas.





Fonte:www.seboeacervo.blogspot.com / http://pierresata.blogspot.com/


03 janeiro, 2012

Por que homens gosta da bunda?

Muita gente se pergunta por que nós Homens gostamos mais de mulheres com a bunda grande... Que tal ficar sabendo o por que disso?

Pois é, as mulheres fazendo dietas malucas para emagrecer e os homens gostam mesmo é das avantajadas. E não são só eles que preferem mulheres com curvas. Macacos também apreciam traseiros grandes. É um sinal universal de fertilidade. Centenas de culturas, da antiguidade até hoje, sempre manifestaram preferência por fêmeas com quadris 30% maiores que a cintura: a clássica mulher-violão. A nossa preferência nacional (e internacional) se justifica.


Quanto mais largo é o quadril, maior é o canal do parto, o que facilita na hora de ter filhos. Antes de inventarem a cesariana, a taxa de crianças que morriam por não conseguirem passar por esse canal era muito alta. Há outros fatores também envolvidos. Para o autor de livros sobre relacionamentos, Joe Quirk, a gordura é a essência da feminilidade. “Diferentemente do que muitas mulheres pensam, homens não compram revistas masculinas para ver modelos magrinhas. Os homens babam pelas mulheres com todas as gordurinhas nos lugares certos: peitos e quadris.”

02 janeiro, 2012

comece o ano bem Orgasmocracia: você tem que gozar, muito! e gostoso!!!

O médico Gerson Lopes afirma que as mulheres vivem “um regime ditatorial” com relação ao sexo e desempenho na cama




Orgasmocracia: quando o fim da festa ganha mais atenção que a experiência completa
A mulher contemporânea usufrui de sua liberdade sexual, aproveita o direito ao prazer e conhece melhor o próprio corpo. Com a queda de barreiras morais e o advento da pílula anticoncepcional, o sexo erótico ganhou força na vida delas, a ponto de incitar uma busca incessante pelo orgasmo, que agora tem que ser "múltiplo".

Leia também:

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Dez dúvidas (deles e delas) sobre pênis

Orgasmo vaginal x orgasmo clitoriano

O novo momento é marcado por uma grande cobrança pelo gozo e performance na cama, segundo o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Com isso, a satisfação sexual estaria mais associada ao resultado do que com a entrega, e assim o "fim da festa" ganha mais atenção que a experiência completa.

Delas: Explique melhor o conceito da “orgasmocracia” que vivemos. E como isso afeta a relação da mulher com o sexo?

Gerson Lopes: É como se fosse um regime ditatorial em relação ao orgasmo. O direito ao gozo não pode ser substituído pela obrigação de tê-lo. Presa nessa ditadura, a mulher não se solta no processo do brincar e o foco está no resultado (orgasmo) e não no durante. Presa ao 'fim' ela não curte adequadamente o 'meio', comprometendo o envolvimento afetivo e sexual com o parceiro.

Claro que toda relação tem que ser prazerosa, mas não obrigatoriamente orgástica. Existem outros prazeres como olhar, ouvir, tocar, relaxar... Toda mulher deve sim tentar ter orgasmo, mas a satisfação sexual e a felicidade não têm necessariamente a ver com o orgasmo. A pressão de ter o orgasmo  dificulta ainda mais a experiência orgástica.




Na clínica chegam mulheres que têm orgasmo, mas não sabem. Isso acontece porque elas possuem expectativas irreais"
Delas: E quem alimenta a ideia que toda mulher deve atingir o prazer máximo para ter uma vida sexual feliz?

Gerson Lopes: Talvez sejam expressões sutis de um viés machista em nossa sociedade. Porém, dizem que machismo é uma doença igual a hemofilia – existe em homem, mas quem transmite é a mulher.

O mundo moderno é um mundo de resultados e a visão do orgasmo pelas mulheres é o reflexo disso.

Delas: Elas se cobram, mas os homens também se preocupam muito com o orgasmo das parceiras?

Gerson Lopes: Erroneamente muitos homens se responsabilizam pelo orgasmo da mulher. A pergunta cretina “você chegou?“ não traduz uma preocupação com ela e sim uma forma de autoavaliação. Ela chegando, significa para ele que desempenhou bem seu papel. Diante disso, o caminho para muitas mulheres é fingir o orgasmo para agradá-lo. Mas ninguém dá orgasmo a ninguém, ele simplesmente acontece. O homem pode apenas facilitar ou dificultar.
Delas: A importância do orgasmo e o assunto em geral também são compartilhados em conversas de amigas. As mulheres mostram uma competitividade entre elas em relação a sua vida sexual?

Gerson Lopes: Infelizmente as mulheres estão tão competitivas em relação ao sexo como os homens e também acabam mentindo tanto quanto eles. Sexualidade não é qualidade de pessoas e sim de envolvimento entre pessoas.

Delas: É possível que, em função de uma grande expectativa em relação ao sexo, algumas mulheres acham que não têm prazer e na realidade têm orgasmos perfeitamente normais?

Gerson Lopes: Na minha clínica chegam mulheres que têm orgasmo, mas não sabem. Isso acontece porque elas possuem expectativas irreais em relação a este fenômeno. A literatura diz que aproximadamente 20% das mulheres têm orgasmos e não sabem.

Delas: O caminho para uma vida sexual satisfatória está mais no conhecimento do próprio corpo que na cobrança por mais prazer? E será que as mulheres se conhecem o suficiente para isso?

Gerson Lopes: Sem dúvida conhecer possibilita mais prazer enquanto a cobrança de desempenho mais desprazer. Eu diria que as mulheres ainda não se conhecem bem. Conhecem muito bem seu corpo estético e higiênico, mas pouco o corpo erótico. E investir no seu erotismo é responsabilidade dela e não do parceiro.

 

30 dezembro, 2011

À TODOS OS AMIGOS E LEITORES UM FELIZ ANO NOVO!

À TODOS OS MEUS AMIGOS E LEITORES UM FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2012!!!




DESEJO À TODOS OS MEUS FIEIS AMIGOS E LEITORES


UM FELIZ ANO NOVO, E QUE OS ANJOS DE DEUS NOS CUBRAM COM SUAS ASAS E NOS PROTEJAM, SEMPRE.
 
 
 
                                     Feliz ano novo!!!!!!!!!!

 














EU E MEU GRANDE AMOR FESTEJANDO O ANO NOVO JUNTOS PELA ETERNIDADES!
                           
 




29 dezembro, 2011

Sexo oral: “É mais fácil dar prazer que receber”

 

 

Para terapeuta americano, homens adoram fazer carícias com a boca, mas mulheres têm encanações demais

O sexo oral é uma das formas mais eficazes de levar uma mulher ao orgasmo. Mas essa prática tão prazerosa ainda desperta inseguranças femininas, segundo o terapeuta americano Ian Kerner, especialista em sexo e relacionamentos.


Em seu livro “She Comes First” Kerner afirma que, ao contrário do que muitas mulheres pensam, os homens gostam sim de fazer carícias com a boca nas parceiras – em são elas que se sentem desconfortáveis, preocupadas com a satisfação do outro ou com o próprio corpo. Em entrevista exclusiva ao iG Delas, o autor de Best Sellers como “Amor nos tempos da cólica” rebate alguns desses complexos e afirma que as mulheres têm baixa autoestima vaginal e sexual.

Delas: As mulheres têm dúvidas se os homens gostam de fazer sexo oral nelas ou se estão ali por obrigação. Quais as principais inseguranças que justificam isso?

Ian Kerner: Mulheres precisam saber que os homens adoram fazer sexo oral tanto como gostam de receber. Elas se preocupam se está levando tempo demais ou que não cheiram bem lá embaixo, quando na verdade a vulva e os pelos pubianos contribuem para o desejo masculino porque têm feromônios. Além disso, as mulheres acreditam que seus genitais não são atraentes e isso tem muito a ver com os filmes pornôs nos quais só aparecem mulheres com vaginas perfeitas.


Delas: Então as mulheres se sentem mais tímidas para receber sexo oral que para fazer no parceiro?

Ian Kerner: Sim, para muitas mulheres é mais fácil dar prazer que receber. É só olhar para as revistas femininas: há milhares de dicas para agradar um homem e poucas para receber prazer. É comum também que elas tenham baixa autoestima sexual e genital. Com isso, não conseguem relaxar e encontram dificuldades para chegar ao orgasmo.

Delas: E quais as recomendações que você dá para as mulheres que ficam desconfortáveis na hora de receber sexo oral?

Ian Kerner: Aproveite. Não há problema em dar um retorno do que é gostoso e o que não é. O sexo oral é a forma pela qual a maioria das mulheres atinge um orgasmo. E se você não está se sentindo tão bem com seu corpo, diminua as luzes.



Foto: Getty Images Ampliar
Mulheres se preocupam com o aspecto e o cheiro do próprio corpo
Delas: Mas não são só as mulheres que têm restrições, certo? Alguns homens também evitam fazer sexo oral. Estão sendo egoístas na cama ou eles também têm encanações? E há um jeito melhor de pedir esse tipo de carícia?

Ian Kerner: Quando um homem evita o sexo oral pode ser que ele não saiba bem o que está fazendo ou não tenha experiência. É possível tentar uma abordagem natural, propondo uma posição como a 69, por exemplo. Faça isso como parte de uma fantasia sexual, mostrando o quanto o sexo oral agrada. Mas se o parceiro estiver sendo insensível com o prazer da mulher, talvez não valha a pena gastar tempo com ele.

 

28 dezembro, 2011

Apimente a relação com 30 posições sexuais

Ideias e movimentos para aumentar o prazer e a intimidade do casal

http://delas.ig.com.br/amoresexo/apimente+a+relacao+com+30+posicoes+sexuais/n1237778936857.html