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14 junho, 2011

Pesquisas mostram que vacina contra amor é possível



De acordo com cientistas, em breve será possível criar vacinas contra o amor Foto: The New York Times
De acordo com cientistas, em breve será possível criar vacinas contra o amor
16 de janeiro de 2009
Foto: The New York Times


Na nova edição da Nature, o neurocientista Larry Young oferece uma grande e unificada teoria do amor. Após analisar a química do cérebro de casais de mamíferos durante o estabelecimento de vínculos - e, não casualmente, explicando a peculiar fascinação humana pelos seios - Young prevê que não vai demorar até que um cortejador inescrupuloso possa colocar uma poção do amor farmacêutica em sua bebida.
Essas são as más notícias. As notícias não tão más é que talvez você possa aproveitar essa poção se tomá-la conscientemente com a pessoa certa. Mas as notícias realmente boas, na minha opinião, é que talvez possamos inventar uma poção antiamor, uma vacina que previna que ajamos como bobos apaixonados. Embora essa vacina contra o amor não seja mencionada no artigo de Young, quando levantei a possibilidade, ele concordou que ela também pode estar iminente.
Poderia alguma descoberta ser mais bem-vinda? É isso que os humanos procuram desde que Odisseu ordenou à sua tripulação que o prendessem ao mastro do navio enquanto passavam pelas sereias. Antes dos cientistas identificarem neurorreceptores, bem antes do casamento relâmpago de Britney Spears ou de qualquer um dos sete casamentos de Larry King, já estava claro que o amor era uma doença perigosa.
O amor foi corretamente identificado como um desequilíbrio químico potencialmente fatal no conto medieval de Tristão e Isolda, que acidentalmente consumiram uma poção do amor e se tornaram adictos desesperançados. Mesmo conscientes que o marido dela, o rei, puniria o adultério com a morte, eles precisavam tomar sua dose de amor.
Eles não podiam imaginar o que estava na poção, mas na época não tinham a vantagem da pesquisa de Young com arganazes-das-pradarias no Centro Nacional de Pesquisa de Primatas Yerkes da Universidade Emory. Essas criaturas semelhantes a camundongos estão entre a pequena minoria de mamíferos - menos de 5% - que compartilham da propensão humana da monogamia.
Quando o cérebro de uma arganaz-das-pradarias fêmea é artificialmente inoculado com oxitocina, um hormônio que produz algumas das mesmas recompensas neurais da nicotina e da cocaína, ela rapidamente se sente atraída pelo macho mais próximo. Um hormônio relacionado, a vasopressina, gera desejos de criação de vínculos e ninhos quando injetado nos machos (ou naturalmente ativado pelo sexo).
Após Young descobrir que arganazes- das-pradarias machos com uma resposta geneticamente limitada à vasopressina tinham menos chances de encontrar uma parceira, pesquisadores suecos reportaram que homens com uma tendência genética similar tinham menos chances de se casar.
Em seu artigo na Nature, Young teoriza que o amor humano é despertado por uma "rede de eventos químicos" que evoluiu de antigos circuitos cerebrais que envolvem os laços entre mãe e filho, estimulados em mamíferos pela liberação de oxitocina durante o trabalho de parto, o nascimento de um filho e a amamentação.
"Parte de nossa sexualidade se desenvolveu para estimular o mesmo sistema de oxitocina a criar laços entre fêmea e macho," disse Young, observando que as preliminares e a relação sexual estimulam as mesmas partes do corpo de uma mulher envolvidas no parto e na amamentação.
Essa hipótese hormonal, que de forma alguma é um fato comprovado, ajudaria a explicar algumas diferenças entre humanos e mamíferos menos monogâmicos: o desejo das fêmeas de fazer sexo mesmo quando não são férteis e a fascinação erótica dos machos por seios.
Sexo mais freqüente e maior atenção aos seios, Young disse, poderiam ajudar a construir laços de longo prazo através de um "coquetel de neuropeptídeos antigos," como a oxitocina liberada durante as preliminares ou orgasmo.
Os pesquisadores obtiveram resultados similares respingando oxitocina nas narinas das pessoas - nada muito sexy, mas isso parece realçar os sentimentos de confiança e empatia. Embora Young não esteja planejando nenhuma porção do amor (ele está procurando drogas que melhorem as habilidade sociais das pessoas com autismo e esquizofrenia), ele disse que em breve poderiam existir drogas que aumentem a vontade das pessoas de se apaixonarem.
"Seria completamente antiético dar a droga a outra pessoa," ele disse, "mas se você está em um casamento e quer manter a relação, pode querer uma dose de incentivo de vez em quando. Mesmo agora o uso de medicamentos combinado à terapia de casais não é uma possibilidade tão distante."
Vejo potencial aqui, mas também grandes problemas. Suponhamos que você tome a poção e então de repente sinta vontade de fugir com a primeira pessoa que encontra, como por exemplo seu dentista? E se você fosse a uma convenção de negócios e então, como um arganaz-das-pradarias estimulado artificialmente, se sentisse atraído pelo primeiro estranho que visse? E se, como Tristão, você desenvolvesse uma ligação emocional devastadora com a esposa de seu chefe?
Mesmo se os efeitos pudessem de alguma forma ser direcionados ao parceiro certo, você iria mesmo querer começar uma relação de longo prazo com uma droga de curta duração? O que aconteceria quando o efeito passasse?
Uma vacina contra o amor parece mais simples e prática, e já existem drogas que aparentemente inibem os impulsos românticos das pessoas (veja TierneyLab, e www.nytimes.com/tierneylab). Tal vacina já foi testada em arganazes-das-pradarias.
"Se damos um inibidor de oxitocina para arganazes fêmeas, elas se tornam 95% iguais a outras espécies de mamíferos," Young disse. "Elas não criam laços, não importa o número de vezes que copulam com um macho ou quanto ele tente criar um laço. Elas copulam, têm uma sensação boa e então seguem a vida quando outro macho aparece. Se igualmente, o amor possui base bioquímica, você deveria em teoria conseguir suprimi-lo de forma similar."
Duvido que muitas pessoas iriam querer suprimir o amor permanentemente, mas uma vacina temporária poderia ser útil. Pessoas casadas passando por crises de meia-idade não fugiriam com o personal trainer tão rapidamente; viúvos mais velhos consultariam seus advogados antes de se casarem com alguém como Anna Nicole Smith. O amor é de fato algo maravilhoso, mas às vezes todos nós precisamos nos prender ao mastro do navio.
Tradução: Amy Traduções

13 junho, 2011

Amor entre mulheres

lesbicas
O amor entre mulheres ou lesbianismo, existe desde sempre, apesar de este tipo de amor já ter sido aceite no tempo de romanos, hoje ele ainda é visto com muito tabu. As mulheres que se amam são muitas vezes obrigadas a esconder os sentimentos que nutrem de uma sociedade retrógrada e que as condena.
O lesbianismo sobrevive na clandestinidade do social, onde quem ama é obrigado as camuflar os gestos de amor por gestos de amizade.
O amor entre mulheres começou a ser explorado no cinema,  publicidade e na televisão, mas de uma forma meramente sexual.
Em alguns países já é permitido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em Portugal  existem associações que lutam pelos direitos dos homossexuais, não exigem direitos diferenciados apenas diferentes semelhantes.
lesbianismo

11 junho, 2011

O ciúme normal e o exagerado




Dizem que o ciúme é o tempero do amor. Até pode ser, desde que nenhuma das partes derrame uma colher bem cheia dele no relacionamento. Medidas a mais resultam em brigas, términos de namoro e, em alguns casos, em violência. Aproximadamente 20% dos homicídios cometidos são causados pelo ciúme, apontam algumas pesquisas.


Uma garota que não quis ser identificada acabou recentemente com o namorado que não deixava que ela falasse com os amigos.


Sem permissão, ele apagou da agenda do celular dela todos os nomes de homem. Ele exigia ser avisado todas as vezes que a menina fosse na padaria ao lado de casa. Se ela esquecesse de comunicar, rolava o maior estresse.


Por causa do descontrole do ex-namorado, ela perdeu um amigo e disse que estava ficando tão paranóica quanto o cara. Só brigávamos. E eu não dava motivos, disse.


Para a psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari, do site http://ajudaemocional.tripod.com, o ciúme deixa de ser normal quando passa a dominar o relacionamento. Quando a pessoa se deixa dominar pelo ciúme, ela coloca de lado tudo o que lhe dá prazer, tudo o que é bom no seu relacionamento, e passa a espionar, espreitar, buscando fatos e coisas que provem a infidelidade do outro.


Ela identifica vários exemplos de exagero presentes no dia-a-dia de muita gente. Você quer saber quem ligou para ele, de quem é aquele número registrado no celular, de quem é aquele bilhetinho, por que ele demorou tanto tempo na padaria e ainda não trouxe tudo o que você pediu.


Edna Zarino Jorge Alves, psicóloga, supervisora de estágio em Psicoterapia Psicanalítica e coordenadora da clínica psicológica da UniSantos, traduz o ciumento exagerado como uma pessoa com dificuldade de enxergar o outro.


Ele acha que o namorado/a deve satisfazer apenas as suas vontades. Não admite que ele se relacione com os outros, com o trabalho, o esporte. Ele quer sempre o outro por perto. Por isso, controla.


Segundo Edna, o ciumento vê motivos para desconfiar do parceiro, sem que realmente haja indício. É como se fosse um delírio. Para ele, aquilo é coerente. Ele sente que seu afeto está sempre em risco.


Para quem sofre de ciúme, a Edna alerta que o risco de perder estende-se para ambas as partes. Ninguém tem certeza absoluta de que terá o outro para sempre. Se a relação é boa, os dois vão se afastar para viver, trabalhar e estudar, e vão retornar. A distância deixa os dois mais ricos para trocar entre si.


Outra falha cometida pelos ciumentos é o esquecimento de que eles tiveram capacidade de despertar o interesse do outro por suas qualidades. O ciumento costuma ser muito inseguro e tem baixa auto-estima.


Edna lembra para casais que vivem o problema que amor é construir com a pessoa, dividir planos e afinidades e ter admiração pelo outro. Não tem nada a ver com amor destrutivo, inveja e agressividade verbal ou física.


Para quem convive com o ciumento, ela diz para não entrar em uma fria e não se culpar. O problema é dele. Para o ciumento, o conselho é se cuidar e, se for preciso, buscar ajuda profissional.


Infelizmente, poucas pessoas se acham predispostas a aceitar que o ciúme excessivo é um problema pessoal e subjetivo. Poucas consideram a possibilidade de que ele não corresponda à realidade. A maioria delas não percebe que seu ciúme exagerado pode destruir um relacionamento, mesmo que exista o mais forte, puro e verdadeiro amor. Afinal, você quer perder de vez a pessoa amada?, cutuca Olga.


* A frase Eu me mordo de ciúmes, do título, vem da música Ciúme, gravada pela banda Ultraje a Rigor, que fez sucesso nos anos 80.


Ciúme do bem

Situação: Você está em um barzinho com o namorado/a, e passa outra pessoa desviando a atenção dele.


O que acontece? Segundo a psicóloga Edna Zarino Jorge Alves, nesta situação é comum sentir ciúme porque todo mundo quer atenção e respeito, seja do namorado, do amigo, da mãe. O ciúme é um sentimento universal que envolve receio de perder o amor, a pessoa por quem se tem admiração. Ciúme independe de idade ou sexo.


Ciúme do mal

Situação: Imagine que seu parceiro resolveu dar um presente para você, um relógio novo, por exemplo. Ele esconde o presente para dar a você no final de semana, quando vocês forem viajar. Mas você, bisbilhotando o armário dele, acaba descobrindo o relógio. Você começa a imaginar mil coisas. Seu parceiro explica porque escondeu o relógio, que seria uma surpresa. Você não acredita e não pára de torturá-lo perguntando de quem ele ganhou aquele presente. Ele pode explicar mil vezes a mesma coisa. Você não vai acreditar em nada do que ele disser porque você já tirou as suas próprias conclusões. Foi a outra que lhe deu o presente e seu parceiro vai ter que confessar, custe o que custar.


O que acontece? A psicóloga Olga Inês Tessari, que criou a situação acima, explica que a pessoa ciumenta tem a capacidade de fantasiar, imaginar e criar a sua história, tirar as suas próprias conclusões e achar que está certíssima. Ela alimenta esta fantasia real com pensamentos e imagens distorcidos que, por sua vez, levam a novos pensamentos distorcidos, um ciclo vicioso.


Sinais que indicam ciúme exagerado

-Não aceitar que o parceiro faça um programa (com amigos, por exemplo) sem a sua companhia; 

 
-Mexer nas coisas pessoais do seu parceiro (gavetas, armários, pastas, bolsos, carteira, celular etc...); 

-Sentir a necessidade de saber sempre onde o outro está. Ligar para casa dos amigos para confirmar a sua presença ou aparecer no local; 
 
-Preparar armadilhas. Pedir a alguém que se insinue ao seu parceiro para ver qual a reação dele; 
 
-Desconfiar de tudo e de todos;

10 junho, 2011

Ficar online aumenta as chances de se apaixonar

Pesquisa americana revela que a web ganha cada vez mais importância para os que buscam amor

16 de agosto de 2010 | 13h 02
NOVA YORK (Reuters Life!) - Pessoas com acesso à internet em casa têm uma probabilidade maior de estarem em um relacionamento, uma vez que a web ganha cada vez mais importância como local de encontro para os que estão em busca de amor, de acordo com uma pesquisa norte-americana.
Pesquisadores da Universidade de Stanford afirmaram que a Internet é especialmente importante para unir casais de pessoas do mesmo sexo e, em breve, poderá substituir os amigos como a primeira maneira na qual os norte-americanos conhecem seus parceiros.
"Embora pesquisas anteriores sobre o impacto social do uso da Internet revelaram-se ambíguas sobre o custo social do tempo gasto online, nossa pesquisa sugere que o acesso à Internet tem um papel importante a exercer ajudando os americanos a encontrarem parceiros", disse Michael Rosenfeld, professor associado de sociologia.
O estudo, apresentado no encontro anual da Associação Americana de Sociologia em Atlanta na segunda-feira, mostrou que 82,2 por cento das pessoas pesquisadas que tinham acesso à Internet em casa também tinham um cônjuge ou parceiro romântico, em comparação com 62,8 por cento daqueles que não tinham acesso à Internet.
O estudo usou dados de uma pesquisa feita no inverno de 2009 com 4.002 adultos nos Estados Unidos. Pouco mais do que 3 mil deles tinham um cônjuge ou um parceiro romântico.
Rosenfeld e Reuben Thomas, da City University de Nova York, descobriram que a Internet é a arena social que sem dúvida vem ganhando importância como local onde os casais se encontram.
"É possível que nos próximos anos a Internet ofusque os amigos como a forma mais influente de os americanos conhecerem seus parceiros românticos, destronando os amigos da primeira posição pela primeira vez desde o começo dos anos 1940", afirmou Rosenfeld em comunicado.
Os pesquisadores afirmaram ter descoberto que a Internet era especialmente importante para encontrar possíveis parceiros em grupos onde a oferta é pequena ou difícil de se identificar, como nas comunidades gays, lésbicas e de heterossexuais de meia-idade.
Rosenfeld afirmou que, entre os casais que se conheceram até dois anos antes de pesquisa, 61 por cento de casais do mesmo sexo e 21,5 por cento dos casais heterossexuais se conheceram online.
"Os casais que se conhecem online têm uma probabilidade maior de serem casais do mesmo sexo e de alguma forma de formações religiosas diferentes", disse Rosenfeld.

09 junho, 2011

O mistério (e as delícias) do clitóris

Há um órgão no corpo feminino exclusivamente dedicado ao prazer. O clitóris, botão mágico que pode levar a mulher às nuvens se bem estimulado, tem de 6 a 8 mil fibras nervosas e por isso, altíssima sensibilidade.




O problema é que muitas mulheres - e um número ainda maior de homens - não faz ideia onde ele fica ou como ele deve ser manipulado.
Segundo a médica Elsa Gay de Pereyra, chefe do setor de medicina sexual do departamento de obstetrícia e ginecologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, o clitóris é equivalente ao pênis se considerado o número de inervações e vascularização. Mas fica bem mais escondidinho. "Para encontrá-lo, é preciso colocar o dedo no umbigo e deslizá-lo até a raiz dos pequenos lábios", ensina. Ele fica então entre os lábios da vulva, sob uma dobra da pele que o cobre (capuz).
A melhor posição sexual para estimular o clitóris é a famosa "cachorrinho", quando a mulher fica de quatro e o homem a penetra por trás. "Mesmo que o homem não consiga tocar, essa é uma boa posição para a mulher também se estimular", indica Elsa. A "colher" também é uma posição acolhedora e confortável, especialmente para grávidas, e que pode levar a um maior estímulo do clitóris.
Elsa diz que a sensibilidade no clitóris é diferente em cada mulher. E, dependendo como ele é manipulado, pode até doer. "Por isso é extremamente importante que a mulher se conheça e descubra o melhor movimento". A médica ensina que as áreas mais sensíveis do corpo da mulher estão no clitóris, claro, além dos pequenos lábios e na entrada da vagina. "Durante a atividade sexual o clitóris tende a intumescer e ficar ereto, embora muito menos do que o pênis".
O estímulo dessa parte do corpo pode ser feita de diferentes maneiras. E os especialistas em saúde sexual recomendam, por exemplo, o uso dos dedos. Com o polegar e o indicador é possível realizar uma delicada massagem circular. Outra forma é com os lábios, que podem exercer pressão ou sucção e podem, efetivamente, estimular os sensores de prazer. "A vantagem é que esse tipo de movimento também estimula o tronco do clitóris em profundidade", explica Elsa. Ainda na boca, a língua é considerada a melhor estrutura para acariciar o clitóris, já que é macia e úmida.
O tamanho do clitóris varia, mas a parte que pode ser tocada tem em média apenas 5 milímetros. Elsa conta que, em 1998, a médica australiana Helen O'Connell conseguiu estudar o clitóris em três dimensões e descobriu que sua extensão pode chegar a 10 centímetros. "O botão de capuz discretamente salientes entre os lábios da vagina é a ponta de um enorme iceberg embutido no corpo da mulher", afirma a médica. Esse órgão especial é composto de cabeça ou glande e o eixo ou corpo. A única parte visível é mesmo a glande - "a grande joia do sistema clitoriano", como define Elsa.
Ela bem lembra que muitas mulheres sentem mais prazer durante as carícias do clitóris que durante a penetração. Então, é preciso encontrar um parceiro que conheça bem essa parte especial do corpo feminino para chegar ao prazer intenso. Mas bem antes disso, é preciso que você saiba onde encontrá-la e o conheça primeiro.

08 junho, 2011

Pesquisa: 18 milhões de britânicos se feriram no sexo


Pesquisa: 18 milhões de britânicos se feriram no sexo






08/05/2010






Parece que os britânicos gostam mesmo é de sexo brutal. Uma pesquisa revelou que, só no ano passado, ao menos 18 milhões de pessoas no país se machucaram durante atos sexuais violentos. O estudo, feito pelo site www.phonepiggybank.com, mostra que as pessoas feriram os músculos, pescoços, ombros, tornozelos, pulsos e cotovelos transando.
E isso não é tudo: 2% dizem ter quebrado algum osso por causa do sexo ‘animal’, e 5% deixaram de ir trabalhar por causa dos ferimentos. Aparentemente, a pesquisa não levou em conta ferimentos nas áreas genitais e em outras zonas erógenas.
“O sexo é uma coisa arriscada hoje em dia. Nosso conselho é que se remova objetos perigosos do lugar antes de se começar a transar. E tenham cuidado durante o ato”, disse uma porta-voz do site ao "Daily Mail". E o POP TRASH lembra que, violento ou não, sexo tem que ser sempre com camisinha.


07 junho, 2011

Sindrome do Coraçao Partido


Um fascinante documentário que investiga alguns dos mistérios mais intrigantes do coração e acompanha os cientistas na linha de frente da ciência cardíaca. 

Histórias incríveis do mundo inteiro parecem sugerir que o coração é um órgão muito mais complexo e misterioso do que se imaginava. 


Será realmente possível morrer por um coração partido? As experiências com pacientes de transplante de coração provam que o órgão é capaz de armazenar memórias? 

Como as doenças cardíacas são hoje a maior causa de mortes no mundo, este programa analisa o músculo mais importante do corpo humano de uma forma revolucionária. Desde as incríveis novas conexões entre o coração e a mente até o intrigante sistema de neurônios apelidado de “o pequeno coração no cérebro”, esta é a vida secreta do coração humano. 

Questionando opiniões médicas consagradas, este documentário investiga se as pessoas podem morrer em decorrência de uma desilusão amorosa ou se as mentes podem causar as doenças cardíacas, e se o coração compartilha algumas das funções cerebrais mais cruciais. 

Enfim, tudo indica que os poetas tinham razão: nossas mentes e corpos estão mesmo estritamente ligados e a expressão “coração partido” contém uma verdade literal, além da metafórica

06 junho, 2011

Aprenda a reconhecer uma lésbica.Se você é uma delas,arranja logo companhia, se não,se afasta

Ok, então você descobriu que gosta de meninas. Contou para dois melhores amigos, tem o apoio da irmã e sempre que assiste A Favorita com sua mãe fala que adora a Stella. Tudo parece encaminhado e tranquilo na Lesbolândia. Até que surge a dúvida: como eu vou reconhecer uma lésbica?
Infelizmente, não há resposta fácil para essa pergunta. Não canso de repetir: lésbicas são mulheres que gostam de mulheres. Podem ser negras, brancas, patricinhas, skatistas e até comunistas (dizem que isso ainda existe). Eu não queria destruir seus sonhos, mas não existe um código universal lesbiano. A notícia boa é que estamos em todos os lugares, é só procurar! Mas como?
Para uma iniciante, é muito mais fácil reconhecer uma bofinho do que uma lady (cuidado para não cair nos mitos de sempre!) Isso ajuda na hora de fazer amigas, mas e aí, você vai passar a vida inteira ficando com bofinhos por falta de gaydar? No way! Se essa não é a sua, faça a fila andar - tem muita menina querendo.
Se você está tendo problemas em encontrar uma variedade mínima na fauna lésbica, tente a internet. E nem precisa fazer um fake no Orkut, é só entrar no Leskut. Bem-vinda a solução de seus problemas! Só cuidado para não infartar com tantas Suicide Girls por webmetro quadrado. Sim, tem muita mulher linda, mas não é por isso que você vai perder a pose e rastejar deixando recadinhos de "vc é mto gata", né?
Na vida real, sou da opinião que a melhor forma de saber se outra garota joga no nosso time é subjetiva. Dyke que é dyke olha de um jeito diferente, sorri de forma diferente. Temos uma maneira de falar "sim, eu sou" com o brilho dos olhos e com as nossas unhas (fala sério, unha grande é a última coisa que eu vou querer na minha xox... cama.)
Ainda achou pouco? Arrisque! Desconfiou de uma menina? Faça amizade, seja simpática. Surgiu espaço para uma intimidade maior? Vá aos poucos, analise se está tendo retorno. Tem muita hétero que se apaixona por outra garota e só percebe depois que não tem mais volta. Seja realista, perceba os sinais que lhe são dados. Depois disso tudo, você pode chegar a mesma conclusão que eu: não dá para reconhecer todas as lésbicas em todos os momentos, mas dá para sacar o potencial lésbico e os limites da garota que você está afim. E não é isso que importa?

05 junho, 2011

FALTA DE USSO DA CAMISINHA

18 de junho de 2009  12h04  atualizado às 13h32   

Direto de Brasília

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa que é considerada a maior já realizada sobre o sexo no Brasil e que aponta que entre 2004 e 2008 o brasileiro passou a fazer mais sexo casual (mantido entre parceiros sem relacionamento fixo), mas passou a fazer menos uso do preservativo.
A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP), ouviu 8 mil pessoas em todas as regiões do País no último trimestre de 2008.
Segundo a pesquisa, em 2004, 51,6% das pessoas usavam camisinha em todas as relações sexuais enquanto em 2008 o índice passou para 46,5%. "A comparação dos resultados da PCAP 2008 com os da mesma pesquisa realizada em 2004 acenderam o alerta para o Ministério da Saúde", disse o estudo.
Em 2004, 4% das pessoas ouvidas haviam tido mais de cinco parceiros casuais no ano anterior. Em 2008, o mesmo índice mais que dobrou e chegou a 9,3%.
O estudo indica ainda que é entre os jovens que se registra o maior  número de parceiros casuais. Segundo a pesquisa, 14,6% dos jovens ouvidos tiveram mais de cinco parceiras eventuais. Entre a população com idades entre 24 a 49 anos o índice é quase a metade: 7,2%.
Neste contexto, a pesquisa divulgada hoje aponta ainda um maior conhecimento sobre os riscos de DST e aids: mais de 95% da população sabe que o uso do preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV. Além disso, 90% dos brasileiros sabem que a aids não tem cura.